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domingo, 6 de setembro de 2009

João Bosco

BOCA DE SAPO

Composição: João Bosco / Aldir Blanc

Costurou na boca do sapo um resto de angu
- a sobra do prato que o pato deixou.
Depois deu de rir feito Exu Caveira:
marido infiel vai levar rasteira. Bis
E amarrou as pernas do sapo com a guia de vidro
que ele pensava que tinha perdido.
Depois deu de rir feito Exu Caveira:
marido infiel vai levar rasteira. Bis
Tu tá branco, Honorato, que nem cal,
murcho feito o sapo, Honorato, no quintal.
Do teu riso, Honorato, nem sinal.
Se o sapo dança, Honorato, tu, babau.
Definhou e acordou com um sonho
contando a mandinga,
e falou pra doida: meu santo me vinga.
Mas ela se riu feito Exu Caveira:
marido infiel vai levar rasteira. Bis
E implorou: "Patroa, perdoa. Eu quero viver.
Afasta meus olhos de Obaluaiê".
Mas ela se riu feito Exu Caveira:
marido infiel vai levar rasteira. Bis
Tás virando, Honorato, varapau,
seco feito o sapo, Honorato, no quintal.
Figa, reza, Honorato, o escambau.
nada salva o sapo, Honorato,
desse mal.

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