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domingo, 1 de novembro de 2009

Sim, comer à noite engorda mais

Estudo revolucionário mostra que o horário em que os alimentos são ingeridos pode torná-los mais ou menos engordativos.
Os cientistas sempre acharam que tanto faz comer de manhã, de tarde ou de noite - afinal, as calorias dos alimentos são sempre as mesmas. Mas um estudo conseguiu provar, pela primeira vez, que comer à noite pode ter consequências diferentes (e piores).

Numa experiência feita por cientistas da Northwestern University, nos EUA, dois grupos de camundongos comeram a mesma ração durante seis semanas. Para o 1º grupo, ela era servida no horário normal. Já os ratos do 2º grupo só eram alimentados no horário errado, em que deveriam estar descansando. Ao final do estudo, haviam ficado 48% mais gordos - muito mais do que os ratos alimentados na hora certa, que tiveram 20% de ganho de peso. Conclusão: por algum motivo, comer à noite engorda mais - mesmo que você ingira os mesmos alimentos que comeria durante o dia.

Ninguém sabe exatamente por que, mas os cientistas suspeitam que a
absorção da energia contida nos alimentos seja influenciada pelo ritmo circadiano - o relógio biológico do corpo. "Mudar a hora de comer pode ajudar a conter a epidemia de obesidade entre os humanos", recomenda o estudo.

Mas o hábito de assaltar a geladeira à noite talvez não seja uma falta de caráter - pode ser culpa da própria comida. Outra experiência feita com ratos, também na Northwestern University, constatou que uma dieta rica em gordura causa alterações numa parte do cérebro chamada núcleo supraquiasmático, que controla o relógio biológico - e isso faz com que o indivíduo tenda a dormir e comer cada vez mais tarde.
Fonte: Revista Superinteressante - Nov/2009

sábado, 24 de outubro de 2009

Tratamento genético pode melhorar problemas de visão

Londres, 24/out/09.- O tratamento genético pode melhorar a qualidade de vida das pessoas com problemas de visão, principalmente nas crianças que têm grave problema na vista ou que estão virtualmente cegas por herdarem alguma deficiência ocular.

Assim afirma um estudo publicado no mais recente número da revista médica "The Lancet", no qual fica evidente também que este tratamento permite manter a melhora da visão durante pelo menos os dois anos posteriores à aplicação.

Os autores da pesquisa são o professor Jean Bennett, da Faculdade de Medicina da Universidade da Pensilvânia e vários colegas do Hospital Infantil da Filadélfia, ambos nos EUA.

O trabalho se concentrou no estudo da amaurose congênita de Leber (LCA), uma forma de retinopatia de origem genética que ocorre muito raramente, mas que representa entre 10% e 18% dos casos de cegueira congênita e que se caracteriza por um grave déficit visual nas crianças desde os primeiros meses de vida.

É causada pela mutação ou mutações de um conjunto de 13 genes envolvidos na visão e, atualmente, não existe tratamento, por isso, no geral, as deficiências visuais na infância se transformam em cegueira total entre os 30 e 40 anos.

Os cientistas escolheram esta doença porque implica em uma degeneração celular muito lenta que oferece aos pesquisadores um prazo de tempo relativamente amplo para trabalhar, mas a ideia é que o tratamento genético possa ser usado na solução de outros problemas de degeneração retinopática mais comuns.

O tratamento genético consiste na inserção de genes em células individuais e em tecidos para tratar a doença em questão.

O professor Bennett e sua equipe estudaram os casos de 12 pacientes de entre 8 e 44 anos com LCA, que receberam uma injeção no olho com melhor visão o material genético essencial para a correção da doença através do vírus adeno-associado.

O tratamento foi bem tolerado pelos pacientes e levou a uma melhora nas medidas de visão, tanto a subjetiva quanto a objetiva, multiplicando-se por 100 a resposta pupilar à luz.

No caso das crianças de 8 anos, estas desenvolveram quase o mesmo nível de sensibilidade à luz que as pessoas com visão normal.

domingo, 18 de outubro de 2009

FATORES DE RISCO DA DEPRESSÃO

Fatores de riscoSabe-se que há uma predisposição genética e fatores que podem desencadear o mal, como:1. história familiar de casos semelhantes2. perdas, lutos e estresse 3. personalidade tímida, introspectiva e insegura4. muitas experiências de fracasso na vida 5. ser mulher (por causa das constantes oscilações hormonais) 6. gravidez e parto 7. pouco convívio social e relações desestruturadas

PREVENÇÃO E TRATAMENTO DA DEPRESSÃO

Prevenção e tratamentoPrevençãoAlguns tipos de depressão não podem ser evitados já que algumas teorias científicas indicam que eles podem ser causados pelo mau funcionamento do cérebro. Mas há boas evidências de que ela pode ser evitada com bons hábitos de saúde. Uma alimentação adequada, exercícios, férias, não trabalhar em excesso e guardar um tempo para fazer as coisas que curte são algumas das coisas que ajudam a deixar a tristeza de lado.Depressão clássica Um indivíduo em depressão clássica sente um profundo e constante sentimento de desesperança e desespero. A depressão clássica é manifestada por uma combinação de sintomas que interferem na habilidade de trabalhar, estudar, dormir, comer e realizar atividades antes prazerosas. É comum que episódios de depressão ocorram várias vezes durante a vida.Quem passa pela depressão clássica? A depressão ocorre em homens e mulheres de qualquer idade. Porém ela acomete mais as mulheres. Há de duas a três mulheres deprimidas para cada homem. Não se pode ao certo determinar o motivo disso, mas os médicos avaliam fatores genéticos e hormonais. Mas também pode ser que a depressão nos homens não seja bem reportada. Os homens que sofrem de depressão clássica tendem a procurar menos ajuda do que as mulheres. Os sinais de depressão em homens estão mais relacionados à irritabilidade, raiva e uso abusivo de drogas e álcool. O que pode gerar a depressão?Dor (perda de uma pessoa amada, fim de um casamento) Disputas interpessoais (conflitos com pessoas queridas, chefes ou abusos sexual, físico ou emocional) Mudanças na vida (mudança de casa, graduação, troca de emprego, aposentadoria) Déficits interpessoais (lidar com o isolamento social ou sentimentos de privação) Nem todo mundo tem um motivo tem um motivo desses Como a depressão clássica é diagnosticada?Se você está deprimido ou tem sintomas que duram mais de duas semanas, procure um médico ou um psiquiatra. Seu médico lhe fará passar por uma avaliação, prestando bastante atenção ao seu histórico familiar e psiquiátrico. Não há exames específicos para detectar a depressão. Mas um exame de sangue, por exemplo, pode apontar doenças com sintomas parecidos com a depressão, como o hipotireoidismo. Quais tratamentos estão disponíveis para o tratamento da depressão clássica?A depressão clássica é uma doença séria, mas tratável. Seu médico, muito provavelmente, irá lhe prescrever um remédio antidepressivo. Uma terapia também pode ser recomendada. DistimiaA distimia, também chamada de depressão crônica, é a forma menos intensa de depressão, mas seus sintomas duram por um longo período, inclusive anos. As pessoas que sofrem de distimia geralmente vivem normalmente, mas parecem estar sempre infelizes. É comum quem tem distimia também enfrentar a depressão clássica por um período. Isso é chamado de depressão dupla.Os sintomas são os mesmos da depressão clássica: Tristeza e pessimismo persistente Sentimento de culpa, desesperança ou que nada vale a pena Perda de interesse ou prazer por atividades que antes você curtia. Isso inclui o sexo Dificuldade de concentração e reclamações de memória fraca Ganho ou perda de peso Fadiga, baixa energiaAnsiedade, agitação e irritação Pensamentos suicidas Movimentos e fala lentosDor de cabeça, de estômago e problemas digestivos Como a distimia é diagnosticada? Se você está deprimido e apresenta sintomas por mais de duas semanas, visite um médico ou um psiquiatra. Assim como em outros tipos de depressão, não existem exames físicos capazes de detectar a distimia. Só um médico poderá detectá-la. Quais são os tratamentos? A distimia é uma doença séria, mas tratável. Algumas pessoas vão reagir bem só com a terapia. Mas outras irão precisar da medicação.Depressão atípicaQuem tem esse tipo de depressão sofre um aumento de apetite e, conseqüentemente, de peso. A pessoa tende a dormir muito e a ter alterações de humor ao longo do dia. Doença maníaco-depressivaÉ um transtorno bipolar que acomete cerca de 1% da população. Em geral, manifesta seus primeiros sintomas na adolescência, quando o jovem alterna fases depressivas com outras de euforia ou irritação. Pode também ter uma redução no número de horas necessárias de sono, hiperatividade e aumento da auto-estima. Ao mesmo tempo, não consegue realizar tarefas por causa de uma grande desconcentração.Depressão sazonalÉ aquela depressão que aparece todo ano, sempre na mesma época. É comum ocorrer no inverno, quando, além dos sintomas tradicionais da depressão, a pessoa sente uma extrema falta de energia, um aumento na necessidade de dormir, vontade de comer carboidratos, aumento do apetite, fome e desejo de ficar sozinho. É mais comum observá-la em pessoas que vivem em regiões de altas altitudes, onde as variações climáticas são maiores. Além disso, a luminosidade também pode ter um papel importante nesse tipo de depressão. Por isso, além dos remédios, o médico pode receitar mais luzes em sua casa ou escritório.Além dos sintomas da depressão, a depressão psicótica também inclui algumas características da psicose, como alucinação e ilusões (pensamentos irracionais e medos). Os sintomas mais comuns são: Ansiedade Agitação Hipocondria InsôniaImobilidade físicaConstipação Dificuldade intelectualPsicose O tratamento pode incluir uma internação hospitalar e a constante visitação médica. Uma combinação de antidepressivos e medicamentos anti-psicóticos costumam fazer os sintomas ficarem mais leves. A eletroconsulsoterapia também pode ser usada. Depressão pós-partoÉ uma complexa mistura de mudanças físicas, emocionais e de comportamento que ocorre após o parto. Essa depressão é atribuída a alterações químicas, sociais e psicológicas. Afeta de 50% a 75% das mulheres no período que vai do parto até o restabelecimento dos órgãos genitais da mulher (puerpério). Cerca de 10% das mulheres desenvolvem um tipo de depressão mais grave, que se estende por um longo período pós-parto. E uma a cada um milhão de mulheres tem a psicose pós-parto, a modalidade mais séria de depressão pós-parto.Alguns fatores aumentam o risco de depressão pós-parto: Ter um histórico de depressão ou de tensão pré-menstrualA idade na época da gravidez. Quanto mais nova você for, maiores as chances Pouco apoio Filhos. Quantos mais filhos você tiver, mais chance há de desenvolver a doença Conflitos no casamento Dúvidas sobre a gravidezMedicamentos Há diversos tipos de remédios usados para tratar a depressão. Esses medicamentos aliviam os sintomas da depressão ao aumentar o fornecimento de substâncias químicas do cérebro, chamadas neurotransmissores. Acredita-se que eles melhoram as emoções. De todas as doenças psiquiátricas, a depressão é aquela que melhor responde ao tratamento com remédios. De 80% a 90% dos pacientes melhoram ao tomar medicamentos. Os remédios demoram cerca de duas semanas para começar a fazer efeito. Também é preciso prestar atenção nos efeitos colaterais e na maneira como o medicamento é retirado depois que os sintomas desaparecem. Não se pode parar de tomar as drogas de uma vez. Isso aumenta o risco de recaída. Tratamento psicológicoA terapia pode ajudar no tratamento da depressão e até potencializar o efeito dos remédios. Exercícios A prática de atividades físicas traz inúmeros benefícios. Reduz, por exemplo, a ansiedade, o estresse, a depressão, aumenta a auto-estima e melhora o sono. Além disso, fortalece o coração, faz o corpo usar melhor o oxigênio, baixa a pressão, melhora o tônus muscular, reduz a gordura do corpo, faz você ficar esbelto e saudável. As pesquisas têm apontado que os exercícios são um eficiente, mas muitas vezes, subutilizado meio de amenizar a depressão. Qualquer que seja o tipo de atividade física escolhida, ela pode colaborar para melhorar o quadro depressivo.

O QUE É A DEPRESSÃO

O que éTodo mundo uma vez ou outra na vida se sente deprimido ou triste. É uma reação natural à perda, aos desafios da vida e à baixa auto-estima. Mas, às vezes, o sentimento de tristeza se torna intenso, dura longos períodos e retira a pessoa da vida normal. A depressão é o mais comum dos transtornos mentais, mas é uma doença tratável. Os tipos de depressão são: clássica, distimia, transtorno bipolar e sazonal. A Organização Mundial da Saúde calcula que, em vinte anos, a depressão ocupará o segundo lugar no ranking dos males que mais matam.Reconhecer a depressão é freqüentemente o maior obstáculo para diagnosticar e tratar a depressão. Infelizmente, aproximadamente metade das pessoas que passa pela depressão nunca tem a doença diagnosticada ou tratada. E isso pode ser uma ameaça: mais de 10% das pessoas que têm depressão se suicidam. Aqui estão alguns sinais aos quais você deve ficar atento: TristezaPerda de interesse por coisas que antes você gostavaFalta de energia Dificuldade de concentraçãoDificuldade de tomar decisões Insônia ou sono em excesso Problemas no estômago ou na digestão Sentimento de desesperançaProblemas sexuais, como a falta de interesse Dores Mudança no apetite, levando ao ganho ou à perda de peso Pensamentos de morte, suicídio e auto-mutilação Tentativa de suicídioComo a depressão é diagnosticada?O diagnóstico da depressão começa com um exame físico. Há algumas viroses, remédios e doenças que podem causar sintomas parecidos com os da depressão. O médico irá querer saber quando os sintomas começaram, quanto eles estão durando e o quão severos são. Também irá querer saber se você já sentiu algo parecido antes e qual foi o tratamento. O histórico familiar também é importante, assim como o uso de drogas e álcool. Embora não exista nenhum exame para diagnosticar a depressão, há algumas características que podem levar ao diagnóstico apropriado. Se uma doença física for descartada, seu médico deverá considerar lhe encaminhar para um psicólogo ou para um psiquiatra. Eles vão determinar qual é o melhor tratamento para seu caso: psicoterapia ou remédio ou a combinação de ambos.A eletroconvulsoterapia também pode ser indicada para casos mais graves ou para pacientes com intolerância aos remédios. É realizada em clínicas, com o uso de anestesia geral. O paciente recebe alguns choques. No passado, por ter sido usado de forma indiscriminada, ele gerou muitas críticas e polêmicas. Como saber quando preciso de ajuda?Quando a depressão estiver afetando negativamente sua vida, como ao causar dificuldades nos relacionamentos, nas questões do trabalho ou disputas familiares Se alguém que você conhece estiver tendo pensamentos suicidas PsiquiatraMédico especializado em tratar distúrbios psicológicos. Como os psiquiatras são médicos, eles podem prescrever remédios, como antidepressivos. Alguns também são psicoterapeutas. PsicólogoProfissional que se especializa em tratar distúrbios mentais ou emocionais. Em geral, ele usa a psicoterapia para tratar pessoas em depressão. Eletroconvulsoterapia Eletroconvulsoterapia é normalmente usada para tratar casos mais graves de depressão. Durante o exame, uma corrente elétrica é aplicada no couro cabeludo. É um dos mais rápidos meios de aliviar os sintomas de pacientes com casos sérios de depressão, doenças mentais ou com tendências suicidas. Mas só é usada quando não há resposta a outros tipos de tratamento. Antes de se aplicar a eletroconvulsoterapia, o paciente é colocado para dormir com uma anestesia geral, além de um relaxante muscular. Os eletrodes são colocados no couro cabeludo e causam um choque no cérebro. Como os músculos estão relaxados, há apenas um leve movimento nos pés e nas mãos. O paciente acorda minutos depois, não se lembra do tratamento e, em geral, está confuso. Essa confusão mental dura por pouco tempo.A eletroconvulsoterapia segue sendo um método não muito bem compreendido, apesar de ser usado desde a década de 40. Os riscos desse tratamento e seus efeitos colaterais estão, na maior parte dos casos, relacionados ao uso inadequado dos aparelhos. Mas, antes de passar por uma eletroconvulsoterapia, é preciso fazer uma série de exames para saber se seu corpo suporta esse tratamento. Caso você opte pela eletroconvulsoterapia, lembre-se que seus efeitos podem ter curta duração. Muitos pacientes sofrem recaídas quando o tratamento cessa. Entre seus efeitos colaterais está a perda de memória de curto prazo. Mas isso costuma passar uma ou duas semanas depois do tratamento. Remédio antidepressivoAntidepressivos são medicamentos usados para tratar a depressão. Há uma variedade muito grande de remédios. Todos funcionam para extinguir ou aliviar os sintomas da depressão. Mas ainda há dúvidas sobre a segurança dos remédios no tratamento de crianças e adolescentes. Acredita-se que eles possam aumentar os riscos de suicídio. Como o médico escolhe o antidepressivo?O médico vai levar em consideração os seus sintomas, quais outros medicamentos você está tomando, os efeitos colaterais e os custos. Geralmente, começa-se tomando uma baixa dose, que vai sendo aumentada até se perceber a melhora. Por quanto tempo eu tomarei os remédios? É comum eles serem tomados de seis meses e um ano para pacientes que estejam tratando a depressão pela primeira vez. Para que o efeito deles apareça, é preciso tomá-los por quatro ou oito semanas. Quando o médico decidir que é hora de parar de tomar o antidepressivos, ele vai fazer isso de forma gradual, para ver se você não pode ter uma recaída. Nunca pare de tomar o remédio sem conversar com o médico antes. TerapiaA psicoterapia ou simplesmente terapia é a primeira forma de tratamento recomendada para a depressão. Envolve um conjunto de técnicas. Durante as sessões, o paciente conversa com um especialista em tratamento de doenças mentais que vai ajuda-lo a identificar e trabalhar fatores que possam estar causando a depressão. Muitas vezes, esses fatores emocionais se unem a outros como hereditariedade e desbalaceamentos químicos.Como a terapia ajuda na depressão?A terapia ajuda a pessoa com depressão: 1. A entender comportamentos, emoções e idéias que possam estar contribuindo para a doença 2. Identificar e entender problemas ou eventos da vida, como uma doença grave, a morte de alguém, a perda de um emprego, uma separação 3.Recuperar o prazer pela vida e o sentimento de controle sobre ela 4.Aprender técnicas para lidar com os problemas TiposIndividual: Envolve apenas o paciente e o terapeuta Grupo: Dois ou mais pacientes podem participar da terapia ao mesmo tempo. Durante a sessão, ele dividem suas experiências e aprendem que outras pessoas sentem as mesmas coisas que eles e podem ter tido as mesmas experiências Casal: O casal aprende a compreender os problemas e sentimentos do seu parceiro e quais mudanças no comportamento e na comunicação podem ajudar Familiar: Como a família é um elemento-chave para ajudar quem está com depressão, pode ser útil seus membros compreenderem o que está acontecendo com a pessoa amada e como podem ajudarDicasA terapia funciona melhor quando você comparece aos horários agendados. A eficiência desse método depende da sua participação ativa. Requer tempo, esforço e regularidade. Quando você começar o tratamento, estabeleça algumas metas com o seu terapeuta. Então, gaste algum tempo revendo seu progresso com o terapeuta. Lembre-se de que a terapia envolve uma reavaliação dos seus pensamentos e comportamentos, identificar o que causa a depressão e trabalhar para modificar isso. Quem faz terapia se recupera mais rapidamente e tem menos recaídas. Pode demorar mais para surtir efeitos do que os antidepressivos, mas há evidências de que dura mais. Crianças podem realmente sofrer de depressão? Sim, mas depressão é um quadro diferente daquela tristeza que pode acometer as crianças. Não é porque a criança parece estar triste que ela está depressiva. Mas, se a tristeza se torna persistente ou se outros comportamentos interferem na vida social, na escola e na família, isso pode indicar que ela está depressivaQuais são os sintomas? Os sintomas podem variar. Muitas vezes, a depressão infantil não é diagnosticada porque passa por algo comum às variações emocionais e psicológicas da fase de crescimento. Os primeiros sintomas da depressão são: tristeza, falta de esperança e alterações no humor. Outras características são: Irritabilidade ou bravezaTristeza constante Introversão Sentimento de rejeição Mudança no apetiteAlteração no sono Acessos de gritos ou choros Dificuldade de concentração FadigaReclamações de dores físicas que não saram com tratamento, como dor de estômago ou de cabeça Redução da atividade com amigos, em casa, na escola Sentimento de culpa Pensamentos de morte ou de suicídio O que causa depressão em crianças? Assim como nos adultos, a depressão em crianças pode ser causada por qualquer combinação de fatores relacionados à saúde física, acontecimentos da vida, histórico familiar, ambiente, vulnerabilidade genética e distúrbios bioquímicos. A depressão não é um estado de humor passageiro que vai embora sem tratamento.Como é feito o diagnóstico? Se os sintomas de depressão na criança duram pelo menos duas semanas, você deve agendar uma visita ao médico para saber se não há motivos físicos para os sintomas. Uma consulta com um terapeuta também é recomendável. Quais são as opções de tratamento?As opções de tratamento para as crianças com depressão são semelhantes às usadas em adultos, incluindo terapia e medicação. O papel que a família e o ambiente desempenham no tratamento é diferente daquele relacionado aos adultos. Primeiro, o médico da criança pode recomendar a terapia. Depois, se não houver melhora, ele pode considerar o uso de um antidepressivo. Depressão em adolescentesÉ normal o adolescente se sentir triste de vez em quando. Mas, quando a tristeza dura mais do que duas semanas e o jovem apresenta outros sintomas de depressão, ela ou ele pode estar depressivo. Existem muitas razões para o adolescente se tornar infeliz. Ambientes estressantes podem levar à depressão. O jovem pode ter sentimentos de inadequação ou inutilidade em relação ao desempenho escolar, à orientação sexual, à interação sexual ou à vida em família. Se as coisas que o adolescente curte, entretanto, não são capazes de animá-lo, há boas chances de ele estar deprimido. A depressão também tende a ser mais comum em jovens com histórico da doença na família. Se você acha que um adolescente está deprimido, leve-o ao médico. Quais são os sintomas?Freqüentemente, os adolescentes deprimidos vão apresentar uma mudança no pensamento e no comportamento, perder a motivação e se retrair. São os principais sintomas da depressão em adolescentes: Tristeza, ansiedade ou sentimento de desesperança Perda de apetite ou apetite compulsivo Trocar o dia pela noite Retirar-se do círculo de amigos Comportamento rebelde, notas baixas e até faltas na escola Reclamações de dor de cabeça, estômago, costas e fadiga Uso de drogas, álcool e atividades sexuais promíscuas Preocupação com a morte Como a depressão é diagnosticada em adolescentes?Não existem exames específicos para detectar a depressão. São usadas entrevistas com o paciente e testes psicológicos com o indivíduo e sua família, professores e namorados. O grau da depressão e o risco de suicídio são determinados por meio dessas entrevistas. Como tratar a depressão?Há uma variedade de métodos usados para se tratar a depressão. Seu médico irá determinar qual é o melhor tratamento para seu adolescente. Suicídio de adolescentesSinais de alerta:Ameaças de se matar Preparar-se para morrer: doar seus bens preferidos, escrever cartas de despedida ou expressar desejos Não ter esperança no futuro Não se importar mais com nada, nem com si mesmo

08 DICAS PARA EVITAR E CONTROLAR A HIPERTENSÃO

Controlar a hipertensão com remédios é rotina na vida de 1/4 dos brasileiros. A doença, que sobrecarrega o coração, é crônica e pode causar sérios problemas para visão, rins e cérebro, além de ser a causadora do infarto do miocárdio. Mas pequenas atitudes podem evitar o quadro ou ajudar no controle dele."Os maus hábitos à mesa e o sedentarismo colaboram para que os casos de hipertensão aumentem. Muitos pacientes vivem com a doença e não sabem, porque ela não traz sintomas no início", afirma José Kawazoe Lazzoli, especialista em cardiologia e presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBME).Para tratar essa condição, em muitos casos os medicamentos são essenciais. Mas a mudança no comportamento também transforma sua saúde. Abaixo, o cardiologista indica uma série de hábitos que, diluídos no dia a dia, ajudam você a viver de maneira mais saudável sem depender da farmácia.1. Verifique a pressão arterial mensalmenteDe acordo com o especialista, mesmo quem não sofre com a doença precisa ficar atento e medir a pressão ao menos uma vez por ano. "Cerca de 25% da população adulta é composta por hipertensos. Mas a maioria deles nem desconfia disso e ignora os cuidados, podendo sofrer com problemas mais sérios no futuro", diz o médico. Mas não vale medir a pressão de qualquer jeito:- Repouse 15 minutos antes, em um lugar tranquilo - Caso tenha fumado, aguarde 30 minutos - Não fale durante o procedimento - Permaneça deitado ou sentado durante o processo- Esvazie a bexiga - Após exercícios físicos, aguarde 30 minutos - E não tome café 20 minutos antes da medição 2. Evite o excesso de pesoA grande quantidade de gordura corporal também afeta o aumento da pressão arterial. Acabar com o excesso de peso é uma ótima sugestão para quem não deseja encarar riscos. "É como se o coração fosse obrigado a aumentar a força para bombear o sangue em direção aos outros órgãos. Quando o peso diminui, muitas vezes, também reduzimos a dose dos medicamentos", afirma o cardiologista.3. Mantenha uma alimentação saudávelHá uma gama de alimentos que podem desencadear ou agravar a doença. "O excesso de sal e de gorduras saturadas, assim como a ingestão de gorduras trans são amigos da hipertensão. Evitá-los é fundamental para manter a doença longe e ou para controlá-la", ressalta o médico.4. Reduza o consumo de bebidas alcoólicas De acordo com o especialista, consumir bebidas alcoólicas de forma moderada não é prejudicial para a pressão arterial, mas exagerar na dose pode causar estragos. "O consumo excessivo de álcool compromete todo o organismo, inclusive a pressão arterial", diz.5. Acalme os nervosDe forma isolada, o estresse não é capaz de causar a hipertensão, mas quando combinado com outros fatores de risco pode agravar o quadro. "Buscando alternativas para viver de maneira mais tranquila, o coração tende a trabalhar melhor e as doses dos medicamentos podem até diminuir", diz o cardiologista.6. Abaixo a fumaçaO cigarro deve ser mantido apagado - e bem longe - se o desejo é permanecer distante dos riscos da hipertensão. O fumo é um dos principais fatores de risco para doença arterial coronariana. As substâncias tóxicas do cigarro provocam o enrijecimento das artérias, fato que compromete a passagem de fluxo sanguíneo e faz a pressão subir", afirma o cardiologista.7. Não tome medicamentos sem prescrição médicaNada de se automedicar e correr riscos. Os remédios de hipertensão devem ser prescritos após uma série de exames. "Cada pessoa apresenta um nível diferente de elevação da pressão arterial, por isso é importante ressaltar que o uso indevido desses medicamentos pode contribuir até para a piora do quadro. O remédio que funciona para uma amiga, certamente não funcionará para você", alerta o especialista.8. Hora de mexer o corpoPessoas sedentárias têm cinco vezes mais chance de desenvolver hipertensão arterial do que indivíduos fisicamente ativos. "A prática regular de exercícios ajuda no controle dos níveis da pressão arterial, porque melhora o condicionamento físico do coração, fazendo com que ele não fique sobrecarregado", diz.Alem disso, a prática regular de atividades provoca um efeito anti-hipertensivo por ajudar a queimar os quilos extras. "Não basta perder peso, é necessário reduzir essa massa gorda", explica. "A atividade física facilita a circulação sanguínea, melhora a oxigenação e automaticamente colabora para reduzir a pressão alta", ressalta José Kawazoe Lazzoli.
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sábado, 17 de outubro de 2009

Rinite

Rinite é um termo médico que descreve a irritação e inflamação crônica ou aguda da mucosa nasal. É uma doença que pode ser causada tanto por vírus como por bactérias, embora seja manifestada com mais freqüência em decorrência de alergia, ou por reações ao pó, fumaça e outros agentes ambientais. A inflamação decorrente da rinite resulta na produção excessiva de muco, gerado pelo acúmulo da histamina, o que ocasiona o escorrimento nasal, sintoma mais típico da rinite.

O ácaro é considerado o principal causador de alergia respiratória nos seres humanos.[1]

TIPOS

A rinite pode ser não-alérgica ou alérgica. A não-alérgica é geralmente causada por inflamação que não decorre de alergia ou por problemas na própria anatomia das vias nasais. Já a rinite alérgica, que é a forma mais comum de rinite, é causada geralmente por alérgenos presentes no ar, como o pólen, ácaro e a própria descamação da pele de animais, mas também pode ser provocada devido a reação alérgica à coceira, produtos químicos, cigarros e remédios. OBS:Infecciosa-Associado a processo viral ou bacteriano.

SINTOMAS

Rinorréia (corrimento de mucosidades do nariz), coriza, congestão nasal, prurido (coceira) e ardor nos olhos, nariz e boca,espirros constantes e algumas vezes vômito. Algumas vezes a doença é acompanhada de febre.

Prevenção

Deve-se evitar permanecer por muito tempo em locais pouco ventilados; não fumar; não ficar perto de ambientes onde o cheiro é forte; ficar longe do mofo e, em caso de repetição freqüente, procurar algum tratamento preventivo prescrito por um médico otorrinolaringologista.Caso a pessoa seja alérgica, um médico deve ser consultado para que ele indique um tratamento. ...

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Advertência: A Wikipedia não é um consultório médico.
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As informações aqui contidas não têm caráter de aconselhamento.


TRATAMENTO

O tratamento da rinite deve ser prescrito por um médico, e inclui medicamentos antialérgicos, descongestionantes, analgésicos, antitérmicos, antiflamatórios e antibióticos. Em alguns casos extremos, é necessária a incisão cirúrgica.

OBS:Remover o fator alérgico, limpeza e umidificação do ambiente,hidratação (V.O), limpeza da cavidade nasal com (S.F)em seringa em jato.

sábado, 3 de outubro de 2009

Dicas de saúde

1- um copo de suco de laranja diariamente para aumentar o ferro e repor a vitamina C.

2- salpicar canela no café (mantém baixo o colesterol e estáveis os níveis de açúcar no sangue).

3- trocar o pãozinho tradicional pelo pão integral que tem quase 4 vezes mais fibra, 3 vezes mais zinco e quase 2 vezes mais ferro que tem o pão branco.

4- mastigar os vegetais por mais tempo. Isto aumenta a quantidade de químicos anticancerígenos liberados no corpo. Mastigar libera sinigrina. E quanto menos se cozinham os vegetais, melhor efeito preventivo têm.

5- adotar a regra dos 80%: servir-se menos 20% da comida que ia ingerir evita transtornos gastrintestinais, prolonga a vida e reduz o risco de diabetes e ataques de coração.

6- o futuro está na laranja, que reduz em 30% o risco de câncer de pulmão.

7- fazer refeições coloridas como o arco-íris. Comer uma variedade de vermelho, laranja, amarelo, verde, roxo e branco em frutas e vegetais, cria uma melhor mistura de antioxidantes, vitaminas e minerais.

8- comer pizza. Mas escolha as de massa fininha. O Licopene, um antioxidante dos tomates pode inibir e ainda reverter o crescimento dos tumores; e ademais é melhor absorvido pelo corpo quando os tomates estão em molhos para massas ou para pizza.

9- limpar sua escova de dentes e trocá-la regularmente. As escovas podem espalhar gripes e resfriados e outros germes. Assim, é recomendado lavá-las com água quente pelo menos quatro vezes à semana (aproveite o banho no chuveiro), sobretudo após doenças quando devem ser mantidas separadas de outras escovas.

10- realizar atividades que estimulem a mente e fortaleçam sua memória... Faça alguns testes ou quebra-cabeças, palavras-cruzadas, aprenda um idioma, alguma habilidade nova.... Leia um livro e memorize parágrafos.

11- usar fio dental e não mastigar chicletes. Acreditem ou não, uma pesquisa deu como resultado que as pessoas que mastigam chicletes têm mais possibilidade de sofrer de arteriosclerose, pois tem os vasos sanguíneos mais estreitos, o que pode preceder a um ataque do coração. Usar fio dental pode acrescentar seis anos a sua idade biológica porque remove as bactérias que atacam aos dentes e o corpo.

12- rir. Uma boa gargalhada é um 'mini-workout', um pequeno exercício físico: 100 a 200 gargalhadas equivalem a 10 minutos de corrida. Baixa o estresse e acorda células naturais de defesa e os anticorpos.

13- não descascar com antecipação. Os vegetais ou frutas, sempre frescos, devem ser cortados e descascados na hora em que forem consumidos. Isso aumenta os níveis de nutrientes contra o câncer.

14- ligar para seus parentes/pais de vez em quando. Um estudo da Faculdade de Medicina de Harvard concluiu que 91% das pessoas que nãoa mantém um laço afetivo com seus entes queridos, particularmente com a mãe, desenvolem alta pressão, alcoolismo ou doenças em idade temporã.

15- desfrutar de uma xícara de chá. O chá comum contém menos níveis de antioxidantes que o chá verde, e beber só uma xícara diária desta infusão diminui o risco de doenças coronárias. Cientistas israelenses também concluíram que beber chá aumenta a sobrevida depois de ataques ao coração.

16- ter um animal de estimação. As pessoas que não têm animais domésticos sofrem mais de estresse e visitam o médico regularmente, dizem os cientistas da Cambridge University. Os mascotes fazem você sentir se otimista, relaxado e isso baixa a pressão do sangue. Os cães são os melhores, mas até um peixinho dourados pode causar um bom resultado.

17- colocar tomate ou verdura frescas no sanduíche. Uma porção de tomate por dia baixa o risco de doença coronária em 30%, segundo cientistas da Harvard Medical School.

18- reorganizar a geladeira. As verduras em qualquer lugar de sua geladeira perdem substâncias nutritivas, porque a luz artificial do equipamento destrói os flavonóides que combatem o câncer que todo vegetal tem. Por isso é melhor usar á área reservada a ela, aquela caixa bem embaixo.

19- comer como um passarinho.. A semente de girassol e as sementes de sésamo nas saladas e cereais são nutrientes e antioxidantes. E comer nozes entre as refeições reduz o risco de diabetes.

20- e, por último, um mix de pequenas dicas para alongar a vida:

-comer chocolate. Duas barras por semana estendem um ano a vida.. O amargo é , magnésio e potássio.

- pensar positivamente. Pessoas otimistas podem viver até 12 anos mais que os pessimistas, que ademais pegam gripes e resfriados mais facilmente.

- ser sociável. Pessoas com fortes laços sociais ou redes de amigos têm vidas mais saudáveis que as pessoas solitárias ou que só têm contato com a família.

- conhecer a si mesmo. Os verdadeiros crentes e aqueles que priorizam o 'ser' sobre o 'ter' têm 35% de probabilidade de viver mais tempo. Uma vez incorporados, os conselhos, facilmente tornam-se hábitos.. É exatamente o que diz uma certa frase de Sêneca:'

'Escolha a melhor forma de viver e o costume a tornará agradável'

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

BRASIL LIDERA MORTES POR H1 N1


Brasil supera EUA e lidera mortes por H1N1, diz ministério
REUTERS
SÃO PAULO (Reuters) - O Brasil é o país com a maior quantidade de mortes causadas pela gripe H1N1 no mundo em números absolutos, embora tenha apenas a sétima taxa de mortalidade entre os 16 países com maior número de óbitos, informou boletim do Ministério da Saúde nesta quarta-feira.
De acordo com o relatório, foram registradas 557 mortes no país até o dia 22 de agosto, o que põe o Brasil no topo do ranking de óbitos causados pela doença no mundo, à frente de México (179), Argentina (439) e Estados Unidos (522 mortes). O total de mortes nos EUA foi atualizado pela última vez no dia 15.
O Brasil apresenta, no entanto, apenas a sétima taxa de mortalidade entre os 16 países com maior número absoluto de mortes no mundo. Este valor é calculado a partir do percentual de óbitos em relação à população de cada país.
A taxa de mortalidade brasileira (0,29 a cada 100 mil habitantes) é menor que a da Argentina e do Chile, mas supera a dos EUA e do México.
O ministério indicou ainda que, pela segunda semana seguida, houve diminuição no número absoluto de casos graves notificados no país, o que poderia apontar para um recuo da doença no país.
"Ainda não é possível concluir que a tendência seja definitiva, pois existem casos em investigação laboratorial ou que não tiveram as informações sobre a conclusão diagnóstica digitadas (...) no sistema de informação", informou o órgão em nota.
MORTOS POR ESTADO
De acordo com o órgão federal, das 557 mortes registradas, 223 foram em São Paulo, Estado com maior número de óbitos pela doença no país. A Secretaria de Saúde paulista confirmou 179 vítimas em seu último boletim e deve atualizar os dados na sexta-feira.
No Paraná, o órgão estadual de Saúde confirmou 170 vítimas nesta terça-feira, ante 151 mortes contabilizadas pelo ministério.
No Rio Grande do Sul, são 96 mortes confirmadas pelo governo do Estado contra 98 registradas no boletim federal.
Rio de Janeiro tem 50 mortes pela Secretaria Estadual de Saúde e 55 óbitos de acordo com o ministério.
O boletim anunciou ainda nova morte no Distrito Federal, que tem apenas uma vítima confirmada pela secretaria estadual.
A Bahia também teria duas mortes, mas a secretaria de Saúde informou, em nota, ter apenas uma confirmação de óbito.
Amazonas e Paraíba têm duas mortes cada. Acre, Mato Grosso do Sul, Pará, Pernambuco, Roraima, Rio Grande do Norte e Roraima têm uma morte cada, segundo as secretarias Estaduais.
Das mortes no país, 58 eram gestantes, informou o ministério.
Nesta quarta-feira, o governo enviou ao Congresso medida provisória que prevê a liberação de crédito suplementar no valor de 2,1 bilhões de reais para o enfrentamento da pandemia de gripe H1N1 no país.
Segundo o ministério, este recurso será aplicado na compra de 73 milhões de doses de vacina contra a nova gripe e na aquisição de mais 11,2 milhões de tratamentos e equipamentos, além da qualificação de profissionais de saúde.
(Por Hugo Bachega)

domingo, 23 de agosto de 2009

PRODUTOS DE LIMPEZA NATURAIS




Limpo e natural
Produtos de limpeza prometem eficiência sem substâncias químicas
Por Renata Agostini • 21/08/2009
Ninguém nega que os produtos de limpeza sejam uma verdadeira mão na roda no momento de cuidar da casa. Cada vez mais eficientes e práticos, eles fazem parte do cotidiano e são grandes armas na luta diária contra o encardido do azulejo ou aquela mancha insistente no uniforme das crianças. Porém, se por um lado, detergente, sabão em pó e limpa-vidros formam um time poderoso contra a sujeira, seu uso excessivo pode causar grandes transtornos ao meio ambiente e até problemas à sua saúde. Já que não dá para viver sem eles, uma alternativa pode ser descobrir os produtos de limpeza naturais, que prometem ser eficazes, mesmo sem substâncias químicas.
TESTE: VOCÊ É ECOLOGICAMENTE CORRETA?
Ainda pouco conhecidos e raros no mercado brasileiro, estes produtos procuram na própria natureza soluções para a limpeza doméstica e descartam a adoção de tensoativos - substâncias responsáveis pela remoção da sujeira e pela formação da espuma -, corantes ou conservantes que agridam a natureza ou a saúde dos usuários. A linha Bio Wash, da empresa paulista Cassiopéia, por exemplo, segue este propósito e conta com seis tipos de produto: lava-louças, desengordurante, limpa-banheiro, lava-louças concentrado, lava-roupas e multi-uso, todos feitos a base de ingredientes vegetais. Segundo Eric Arthur Azevedo, gerente de marketing da empresa, a eficácia da linha, que, de acordo com ele, apresenta rendimento igual ou superior à concorrência, garante uma boa relação custo-benefício para o consumidor, além de não apresentar risco para pessoas alérgicas e crianças.
O manuseio de produtos covencionais ricos em detergente podem causar problemas a pele, como micoses e reações alérgicas
Eucalipto, citronela, óleo de laranja e capim limão são alguns dos materiais alternativos usados na fórmula dos produtos da Bio Wash. "Nenhum deles contêm derivados de petróleo, tensoativos, fosfatos ou produtos de origem animal. Os corantes utilizados foram extraídos de uma planta comestível. A idéia é que se a dona de casa pode comer, ela pode aplicar em sua casa", explica Eric Arthur Azevedo.
O manuseio de produtos covencionais ricos em detergente podem causar problemas na pele, como micoses e reações alérgicas, além de provocar o ressecamento cutâneo, esclarece a dermatologista Ana Carolina Rocha, da clínica Lavitalité. "Esses produtos contêm muitas substâncias químicas e acabam removendo o manto lipídico da pele, uma espécie de cobertura, composta por ceras e agentes hidratantes, que produzimos diariamente para servir como barreira. Por isso, o ressecamento é imediato", afirma.
Saiba o que são os cosmético orgânicos
Sua bolsa velha pode virar uma linda bota

sábado, 22 de agosto de 2009

Dicas de saúde

  • Leite materno como hidratante para os mamilos: Você sabia que lavar os mamilos com sabonete pode ressecá-los ainda mais, provocando mais rachaduras?
  • Centelha Asiática para combater a celulite: Ela reorganiza as fibras de colágeno que é o responsável pela firmeza da pele
  • Impotência e fumo: Os homens que fumam bastante possuem mais chances de desenvolver a impotência
  • Goiaba uma boa fonte de vitamina C: Você sabia que a goiaba contém mais vitamina C do que o limão?
  • Mamão uma delícia cheia de benefícios: É indicada para quem possui estômago sensível, quer manter o peso ou está querendo emagrecer
  • De olho no melanoma (câncer de pele): O sol é o inimigo número um da doença, principalmente, entre as pessoas de pele mais clara
  • Comer para ficar inteligente: Que tal uma barrinha de cereais antes da prova?
  • Antidepressivo natural: A erva de São João é um conhecido antidepressivo natural, auxiliando no tratamento de distúrbios do sono e até insônia
  • Esporte contra a depressão: Confira porque a prática de esportes é uma boa saída para quem sofre de depressão
  • Vegetais no controle da pressão alta: Uma dieta rica em verduras e frutas ajuda a controlar a hipertensão arterial
  • sexta-feira, 21 de agosto de 2009

    ALIMENTOS ESTIMULANTES DO DESEJO

    Alimentos estimulantes do desejo
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    Um punhado de nozes como aperitivo, participação de ostras no prato principal e uma torta de chocolate na hora da sobremesa. Por trás do cardápio apetitoso, estão escondidas muita energia e disposição para a noite toda. Considerados estimulantes do desejo sexual, os alimentos afrodisíacos (palavra de origem grega que remete à deusa do amor Afrodite) dão uma acelerada geral na circulação, aumentando a intensidade das sensações. "A ativação da libido se dá por causa do estímulo que esses alimentos promovem na corrente sanguínea", explica a nutricionista da consultoria RGNutri, Andréa Andrade.
    Além disso, outros fatores como o aspecto, o aroma e a sensação que esses ingredientes causam na boca são os responsáveis por animar os apaixonados. "O odor da baunilha, do curry, do gengibre e das frutas com perfume doce podem influenciar no desejo, despertando
    sensações que interferem na liberação de alguns hormônios sexuais", diz Andréa. (Qual o seu peso ideal? Clique aqui, faça nossa avaliação nutricional gratuita e descubra)Sabores fartos Para não faltar disposição na hora H, a especialista da RGNutri montou uma lista, recheada de opções que vão fazer você transpirar de tesão. Veja abaixo como cada um deles age no organismo.
    Açafrão: especiaria vermelho-alaranjada que aumenta os batimentos cardíacos e o suor, sinais de excitação sexual. Aspargo: é considerado afrodisíaco pelo formato e por conter vitamina B3, que promove dilatação dos vasos sanguíneos, inclusive os vasos dos órgãos genitais. Canela: além do aroma instigante, o sabor quente atiça não só o paladar.
    Chocolate: contém três tipos de estimulantes: alcalóide, teobromina e cafeína, roporcionando bem-estar, força e vitalidade. Era a bebida sagrada dos astecas e estava relacionado à deusa da fertilidade. Cravos-da-índia: são, antes de tudo, um excelente digestivo. Seu aroma tem o poder de despertar o desejo.
    Nozes: usadas pelos Romanos em rituais de fertilidade e como potencializadoras do desejo para o romance. Ostras: um dos alimentos mais famosos por seu poder afrodisíaco, deve grande parte da reputação ao ritual de abertura (que remete à vagina) e da sensação ao ser degustado. As ostras são ricas em zinco e ferro, minerais conhecidos pela estimulação do metabolismo e pelo transporte de oxigênio no sangue, respectivamente. Faça o teste As virtudes dos afrodisíacos, no entanto, não são cientificamente comprovadas - ainda! Mas, segundo a nutricionista, alguns estudos justificam os efeitos pela expectativa criada no momento da ingestão.Se você continua na dúvida, a especialista te convida para tirar a prova de uma vez por todas. A seguir, confira duas receitas afrodisíacas deliciosas, preparadas por Andréa especialmente para o Minha Vida. Depois do teste, não deixe de contar para a gente se a teoria realmente funciona. Salada de Aspargos e cogumelos (para 2 pessoas) Ingredientes - 100 gramas de cogumelos fatiados - 250 gramas de aspargos frescos - 2 colheres de sopa de manteiga - 3 colheres de sopa de iogurte - Folhas de alface para decoração Modo de preparo Aqueça a manteiga numa panela pequena e junte os cogumelos. Refogue-os por 5 minutos. Cozinhe os aspargos, deixe-os escorrer e corte-os em pequenos pedaços. Junte os aspargos aos cogumelos. Enfeite os pratos com folhas de alface e coloque a mistura de aspargos e cogumelos por cima. Prepare um molho com iogurte e sal e derrame sobre a salada. Sirva gelada.Calorias por porção: 107,64 kcal Pêras em Calda Ingredientes - 8 pêras - 4 xícaras de água - 2 xícaras de açúcar - 4 pauzinhos de canela- 1 laranja para cortar em rodelas Modo de preparo Em uma panela coloque o açúcar, a água e a canela. Leve ao fogo, misture e deixe levantar fervura. Cozinhe por 5 minutos. Acrescente as pêras descascadas, porém inteiras. Junte as rodelas de laranja e cozinhe lentamente, até que as pêras estejam macias, sem deixar que se desmanchem. Deixe esfriar e coloque numa compoteira. Calorias por porção: 260,87 kcal

    CUIDADO COM OS SUPLEMENTOS


    Suplementos turbinam músculos, mas pedem moderação
    Na maioria dos casos, alimentação é suficiente para alcançar resultados -->Os suplementos alimentares estão em alta nas academias. Existem aqueles que prometem aumentar músculos, os que dizem dar mais energia e até os que afirmam eliminar as gordurinhas extras. Mas até que ponto eles são saudáveis e garantem resultados positivos?"Os suplementos funcionam como um complemento da alimentação. Na maioria dos casos, são indicados para pessoas que apresentam uma carência muito grande de determinado nutriente", explica a nutricionista Camila Garcia, da equipe do setor de Nutrição Preventiva do Hospital do Coração, de São Paulo. "Mas, em geral, uma alimentação equilibrada já faz esse papel, seja para prática de exercícios ou para o dia a dia."Além disso, os nutrientes mais encontrados nos suplementos podem ser repostos facilmente com um prato de comida bem montado. "A maioria dos suplementos são compostos de carboidratos, proteínas e aminoácidos, que são nutrientes presentes em quantidade suficiente dentro de uma alimentação saudável", diz Camila. Mas, em alguns casos, eles precisam estar presentes, como explica o triatleta Fabio Keiti."Faz menos de um ano que comecei a fazer uso do suplemento BCAA. Ele protege meu sistema imunológico e ajuda a manter a massa muscular, graças à quantidade de vitaminas e proteínas. Minha alimentação é regulada, mas minha nutricionista resolveu incrementar a dieta já que alguns nutrientes e vitaminas estavam apresentando queda", explica.Para ganhar músculos Se o objetivo é ficar com mais músculos, o ideal mesmo é pegar no pesado. Não existe milagre. "Embora muitos suplementos aleguem o benefício de ganhar massa muscular, a única coisa que efetivamente aumenta os músculos é o treinamento. Uma alimentação adequada para o pré e pós-treino é o suficiente para atingir essa meta", explica. Consumir suplementos de proteína pode ajudar. Mas só quando existe uma deficiência do nutriente no organismo ou quando a pessoa não consegue adequar sua alimentação, por ocorrências do dia a dia, por exemplo. Mas, vale lembrar que só uma nutricionista pode fazer esse diagnóstico. Já o personal trainer, Ivaldo Larentis afirma, que os suplementos também podem ser bem eficientes. "Existem pessoas que não conseguem consumir a quantidade necessária de proteínas no dia a dia, seja por restrições alimentares ou pela falta de tempo, por isso que os suplementos como o Isopro Whey, da Probiótica (o produto contém proteína isolada do soro de leite e não apresenta carboidratos ), podem apresentar resultados positivos", diz o especialista. "Sempre que meus alunos apresentam dificuldade na hora de ganhar músculos, sugiro uma consulta a um nutricionista", diz.Para emagrecer Melhor não se iludir e não atribuir às cápsulas o mérito por secar os quilinhos. "Os suplementos apresentam muita água na composição, fato que não afeta em nada a dieta. Além disso, os exercícios já colaboram para perda de peso, o que faz as pessoas acreditarem que seja um efeito decorrente dos suplementos", diz. "Para emagrecer, o melhor é aliar exercícios e uma dieta restrita em calorias". Mas a nutricionista também sugere que alguns suplementos podem ajudar a aumentar o metabolismo do corpo, o que acelera o processo de perda de peso. "Alguns nutrientes, presentes em determinados suplementos, ajudam a acelerar o metabolismo, graças a quantidade de pó de guaraná, mas vale lembrar que essa mesmo substância exige moderação. Consumida em excesso, pode até levar a um ataque cardíaco", explica.O tempo que cada pessoa leva para perder peso, mesmo com o adicional dos suplementos, depende exclusivamente da alimentação e da carga de exercícios que ela apresenta. "Eu gosto do Ripp ABS, da Probiótica, um produto elaborado com guaraná e mate enriquecido com vitaminas e minerais em cápsulas. Mas meus alunos só fazem uso dele depois de uma conversa com o nutricionista", ressalta o personal.Para ganhar energiaQuer ganhar mais energia? Não precisa de suplementos, basta deixar o estresse de lado. "Os suplementos que garantem o aumento de energia precisam de indicações e prescrições médicas. Para aumentar a energia de um modo natural e saudável, basta manter uma alimentação adequada, exercícios regulares, sono de boa qualidade e controle do estresse", explica. Mas, se está difícil se livrar dos problemas do dia a dia, converse claramente com a nutricionista, pois só ela pode indicar o suplemento ideal para você. "Em alguns casos (como pessoas que apresentam baixa ingestão de carboidratos), os suplementos para o aumento da energia podem ser utilizados. Mas vale lembrar, que eles devem ser ingeridos enquanto a nutricionista e o pacientes buscam outras alternativas para melhorar o caso", explica.O personal Ivaldo Larentis diz que os suplementos para garantir energia são a base de vitamina C e vitaminas do complexo B. "A maioria dos suplementos se resumem nessas vitaminas, mas outros apresentam carboidratos com índice glicêmico para uma mais rápida reposição de glicogênio muscular (a fonte de energia armazenada nos músculos)." Os perigos do uso sem prescrição O uso de suplementos sem indicação médica oferece diversos riscos para a saúde. Entre eles, o fígado e os rins estão na lista dos pontos mais prejudicados, já que a maioria dos suplementos apresentam uma grande quantidade de proteínas que sobrecarregam esses órgãos. "Em excesso, os suplementos podem levar ao ganho de peso e gordura corporal. Isso acontece porque, quando combinados a uma alimentação inadequada, eles aumentam a quantidade de calorias que não conseguem ser revertidas para massa muscular, principalmente, se existe a sobrecarga de nutrientes, como as proteínas", explica a nutri. "Suplementos só devem ser utilizados sob orientação profissional. Existem muitas fórmulas com diversos ingredientes. Deve-se avaliar qual é a real necessidade de sua utilização. Existem pessoas, por exemplo, que apresentam dificuldade de quebra de comidas e absorção de nutrientes; essas sim devem fazer a utilização dos suplementos alimentares", explica.

    quinta-feira, 20 de agosto de 2009

    ASSUMA SEU PESO

    Assuma seu peso e corra para a academia
    Dê fim à vergonha de frequentar o ambiente dos musculosos -->
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    Quando o aumento de peso começa a fugir do controle, a opção que oferece um resultado satisfatório (e sem entrar na faca!) é partir para a
    academia. Só que o local, reduto de corpos definidos, causa um certo desconforto para quem está acima do peso muito e para o grupo de obesos, cujo sobrepeso chega a ser até um fator limitador da pratica de algumas atividades.A vergonha resolve dar as caras e é aí que bate o desânimo e a comodidade aparece como caminho mais fácil para evitar constrangimentos. Como explica a personal trainer do MinhaVida, Valéria Alvim, a pessoa gordinha deve ter em mente que ela está na academia com o objetivo de emagrecer e ter uma vida mais saudável. "Primeiro, a massa muscular irá aumentar para, depois, a gordura ser queimada", completa a personal trainer. A seguir, ela separou algumas dicas para fazer da academia um lugar onde você se sinta bem. Use roupas mais largas Academia costuma ser sinônimo de pessoas com corpos esculturais e, por esse motivo, as roupas marcam mais as formas do corpo. Para não fazer feio na academia, deixe de lado a possibilidade da combinação top e calça legging e aposte em um visual mais despojado, como camiseta e uma calça mais larguinha e confortável, de malha ou moletom, por exemplo. Prefira horários em que a academia está mais vazia Se a idéia é não se sentir oprimido pela turma dos sarados, evite escolher períodos como a hora do almoço ou a noite para treinar, pois esses são os horários em que as academias estão cheias. Opte, por exemplo, pelo período da tarde, onde o local está mais vazio e você se sentirá mais à vontade. Escolha exercícios que não exijam demais de você Há uma gama de exercícios que exigem força do corpo e, muitas vezes, os gordinhos não possuem essa força. Para não ficar cansado antes da hora, opte por exercícios tranquilos (mas que apresentam resultados!), como é o caso dos aeróbicos (caminhada leve e bicicleta), que vão aumentar o condicionamento físico. Nos três primeiros meses, a ênfase ficará por conta dos exercícios aeróbicos e alongamentos diversos para que, após a evolução, serem inseridos exercícios com peso. "Antes de optar por qualquer exercício, a avaliação física deve ser feita para que seja determinada a condição da pessoa e os exercícios que ela poderá fazer", completa Valéria Alvim. Busque academias que te agrademO ambiente precisa passar a sensação de que você é uma pessoa bem vinda ali. A dica é optar por um local em que os frequentadores sejam amistosos e te apóiem durante os treinos. Não desanime por não ter o corpo dos sonhos, ou o do cara da esteira ao lado, mas pense que você está buscando seu objetivo e, como firmeza, também vai chegar lá. Faça do personal trainer seu melhor amigoEle irá incentivar um treino equilibrado e que se adapte às condições de seu corpo para alcançar os resultados esperados. Estabeleça metas que você pode cumprir Não adianta acreditar que 15 quilos irão desaparecer dentro de um mês, como num passe de mágica. É preciso estabelecer uma meta realista para que o resultado apareça. Objetivos extremamente altos são mais difíceis de alcançar, portanto, se você não chega logo no ponto que idealizou vai acabar frustrado e desmotivado para seguir com o treino. Da mesma forma que metas muito baixas irão questionar o quão efetivos estão sendo os exercícios.

    FUJA DAS DORES NO CIÁTICO


    Fuja das dores no ciático
    Pilates ou, em alguns casos, a cirurgia tratam a compressão do nervo -->
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    Sentir dores latejantes para andar ou simplesmente permanecer sentado pode ser culpa do nervo ciático. O maior nervo do corpo humano começa nos últimos espaços entre as vértebras da coluna lombar e se ramifica até os membros inferiores, passando pela bacia. E esse é o caminho por onde a dor se irradia. Em geral, o desconforto é tanto que alguns movimentos, como levantar, por exemplo, ficam travados. Caminhar também fica complicado já que fica difícil jogar o peso das pernas sobre os pés durante uma crise. "A dor é resultado da compressão do nervo, como no caso de hérnias de disco ou por ficar com a postura errada", explica o ortopedista do Hospital São Luiz, Francisco Arquimedes Tintori. "A dor no ciático piora ou melhora com alguns movimentos e ou posições, diferente da cólica renal que é constante e não melhora nas mudanças de posições", completa. Não há uma causa específica para as dores no nervo ciático . Ela pode ser resultado da obesidade, do sedentarismo, da má postura, de desvios posturais e até de uma artrose degenerativa. O examePara identificar o problema, em primeiro lugar é feito o teste de Lasegue, em que o paciente fica deitado e um dos membros inferiores (perna) é levantado. A dor surge quando o membro atinge um ângulo de 30° com a maca. "Há também a possibilidade de um exame radiográfico para verificar o nível de compressão do nervo, mas o principal exame é a Ressonância Nuclear Magnética", diz Tintori. Tratamentos Qualquer método que tenha como finalidade melhorar as dores no ciático envolve a descompressão do nervo. Para dar fim ao drama, há a possibilidade de tratamentos cirúrgicos e não-cirúrgicos. O método cirúrgico, com melhor evolução do paciente após o procedimento, é o chamado artrodese, que consiste em fixações com parafusos e hastes para abrir espaço na região da compressão do nervo. A escolha pelo melhor método depende de cada caso. Quando as hérnias de disco são de grande volume e apertam o nervo, o método mais recomendado é a cirurgia. Porém, mesmo que a operação seja o melhor caminho, ainda assim há restrições. Nos casos de obesidade mórbida, pessoas com problemas de coagulação ou quando há contra-indicação clínica, do ponto de vista cardiológico, o tratamento não-cirúrgico é o mais indicado.Para quem não precisa e nem quer encarar o bisturi, o pilates é um dos métodos mais procurados e eficientes. Mas a prática é um pouco diferente da que é feita nas academias. "O exercício deve ser acompanhado por profissionais fisioterapeutas e direcionado para resolver esse problema", explica o ortopedista. A recuperação é lenta e os resultados aparecem cerca de um mês após o início do tratamento. Já o tratamento cirúrgico apresenta um resultado mais rápido, porque ocorre a descompressão total da hérnia discal. Previna-se da dor Segundo o especialista, há a possibilidade de amenizar as dores no nervo - antes que elas fiquem insuportáveis. Vale apostar em reeducação alimentar (para evitar o sobrepeso) e exercícios físicos para eliminar a sobrecarga e não prejudicar a postura. Os melhores exercícios incluem o pilates, além do reforço das musculaturas do abdômen, lombar e glúteos. O especialista ainda dá a dica da cadeira de trabalho ideal para manter a dor longe: evite cadeiras que permitam movimentos exagerados, como aquelas que arcam demais para atrás. A cadeira ideal não precisa ser a mais desconfortável da loja, mas tem assento firme e o encosto reto. Na hora de dormir, opte por ficar de barriga para cima. "Separe também um apoio, como uma almofada, para ser colocado atrás dos joelhos e não forçar o nervo", sugere o especialista.

    terça-feira, 11 de agosto de 2009

    CRIANÇA MIMADA DENUNCIA PREGUIÇA DOS PAIS

    Criança mimada denuncia preguiça dos pais
    Falta de educação surge porque os adultos deixam de impor limites -->
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    Você já deve ter visto ou vivenciado a seguinte cena: no supermercado, uma criança se debate no chão, chora, berra, enquanto a mãe, em geral, costuma ficar bastante envergonhada com todos os olhares que se voltam para ela e para aquele pequeno ser tão sonoro, cuja vontade não foi prontamente atendida. O comportamento é típico de filhos mimados, encarados como um problemão. Mas como fazer para evitá-los? Boa parte da origem - e da solução - está nas mãos dos próprios pais.O fato de um pai, uma mãe (ou ambos) mimar os filhos passa por diversos fatores e vai desde a superproteção até uma certa negligência. "Em vez de impor os limites e gastar energia discutindo com a criança, a saída mais fácil é atender seus desejos", diz a psicóloga Patrícia Spada, da Universidade Federal de São Paulo(Unifesp). Outras questões que resultam na criança mimada incluem: a mãe com um alto nível de ansiedade, ou seja, com medo de que aconteça algo muito ruim para o filho; pais que demoraram muito para
    engravidar, e quando vem o bebê ele é tratado como um bibelô (algo frágil, que corre o risco de quebrar a qualquer instante) e a rivalidade entre o casal, levando-os a disputar o amor do filho mimando-o. O que também pesa é a imaturidade dos adultos por achar que uma criança bem amada é aquela que vai ter tudo que os pais não tiveram e um pouco mais, entre outros motivos.Os efeitos do mimo O mimo é a não colocação de limites claros e passar a atender a todos os desejos do filho, antecipar-se para que ele não se frustre, protegê-lo dos sofrimentos naturais e inerentes à vida. "São atitudes familiares que podem induzir a criança a ter um comportamento de risco não só na adolescência, mas ainda quando for uma criança maior", alerta a psicóloga Patrícia Spada.Pais de filhos mimados tendem a ser super indulgentes e procuram até adivinhar qual deverá ser o próximo desejo da criança. Quando crescer, as chances dessa criança em não respeitar regras são enormes. Afinal de contas, ela foi criada como uma pequena "dona do mundo" - tudo que deseja ela tem, tudo que quer ela consegue. "No futuro, eles podem desenvolver até um comportamento delinquente, quando muitas vezes se tornam líderes do grupo (pois foram tratados como autoridade ou realeza a vida toda), maltratando, prejudicando ou, no mínimo, desprezando os outros que não concordam com seu jeito de pensar e agir", ressalta Patrícia.A Influência começa cedo Desde o seu nascimento, o bebê está suscetível ao temperamento, às vivências positivas e negativas dos pais, aos modelos afetivos que eles tiveram, entre outros fatores que irão, certamente, influenciar e interferir no relacionamento pais e filhos. Algumas atitudes dos pais podem, de fato, atrapalhar o desenvolvimento global adequado do filho, tais como: superproteção ou quando o contato com o filho é mantido de modo intenso e contínuo, seja dormindo com eles, amamentando-os durante bem mais tempo do que o recomendado pela Sociedade Brasileira de Pediatria (é essencial até o sexto mês de vida) e, principalmente, limitando o contato da criança com outras pessoas, ou com outros bebês. De acordo com a especialista Patrícia Spada, são hábitos que impedirão o início da percepção do bebê de que o mundo não é somente a mãe ou o pai, mas está repleto de outros interesses - fato que pode deixar os pais bastante ameaçados em relação à perda do afeto do filho.Outra atitude dos pais, frequentemente relacionada a abandono, mas disfarçada por comportamentos de total liberação, é a super permissividade, que consiste em fazer tudo o que o filho deseja, sem nunca colocar limites e nem posicioná-lo, explicando motivos de não poder fazer determinada coisa."No caso de bebês, uma situação que demonstra isto é quando os pais se adiantam aos desejos do filho, e prontamente tentam satisfazê-lo, não raramente, em relação à alimentação. Assim, a criança chora ou faz menção de reclamar e os pais, imediatamente, lhe dão comida, sem nem lhe dar a chance de perceber e sentir se está mesmo com fome ou não e conhecer seu ponto de saciedade", alerta Patrícia.O poder do "Não"É por volta dos dois anos de idade que a criança aprende a falar "Não". É uma descoberta natural, mas que por desconhecimento, os pais a enfrentam com receio de perder a autoridade e gera-se um círculo vicioso: a criança tenta se apossar de seus desejos e palavras recém-descobertas a fim de desenvolver seu mundo mental próprio ou sua identidade e, do outro lado, os pais temerosos não aceitam e muito menos compreendem esta fase e preferem eles dizer o "Não" a ficarem com a palavra final. É aí que começam os ataques dos pequenos. "A criança passa a ter verdadeiros ataques coléricos para se afirmar, cujo limite para a birra é uma tênue e frágil linha", acrescenta a especialista da Unifesp. A idade críticaQuando os pais não têm suas próprias questões emocionais bem elaboradas, é mais fácil que elas se confundam com as emoções do filho e, dessa forma, projetem nele seus desejos não realizados e suas frustrações. Por essa ótica, toda e qualquer idade é uma idade de risco para deseducar os filhos. "Cada uma das fases da vida exige dos pais atitudes firmes, afetuosas, e limites bem colocados evitando - ao máximo futuros transtornos de comportamento", alerta Spada. O comportamento dos pais de não imporem limites para se livrarem do problema é uma situação mais comum do que se pensa. Em geral, os pais permitem que o filho faça tudo o que quiser com a condição de não incomodá-los. "É o que chamamos de superpermissividade e uma das consequências é a indisciplina da criança , diz a especialista.Tem cura!A reeducação sempre é possível, contanto que os pais realmente a desejem e estejam dispostos a arcar com as consequencias inevitáveis em função da mudança de atitudes, bem como com a resistência do filho em perder o trono (falso e prejudicial) no qual sempre viveu. Geralmente, a escola chama os pais para orientá-los a procurar ajuda profissional, pois é no ambiente social do filho onde aparecem os desvios de conduta com mais frequencia. Outras vezes, os próprios pais percebem que tudo já está fora de controle e nem eles mesmos conseguem suportar mais tal situação. E é neste momento de coragem que podem procurar um profissional da área de psicologia para ajudar a criança a se desenvolver e aproveitar todas as suas potencialidades.Confira abaixo as dicas da especialista Patrícia Spada para evitar a criança mimada em casa:Quando a criança não aceita comer o que há na mesa e faz birra Resorver isto parte de uma boa comunicação da criança com os pais. O problema é que os lados não estão falando a mesma linguagem e, geralmente, há grande manipulação por parte da criança. Há, de fato, o risco de a criança ficar sem comer, enfraquecida, vir a adoecer, e ela sente e percebe a insegurança e receio da mãe quanto a isso. Se a mãe não conseguir traduzir este clima emocional, será uma guerra de foice, pois ambos tenderão a mostrar ao outro quem é o mais forte e, é claro, a criança poderá estar em situação de risco. Nestes casos, é indicado que a mãe converse muito com a criança, respeite-a em seu gosto alimentar, faça junto com ela alguns cardápios e insista, sem forçar, para que o filho experimente a comida, mas tenha a liberdade de escolher o que quer comer, mas contanto que coma algum dos ingredientes servidos. Com o tempo, ele se sentindo respeitado como pessoa, sem ser forçado, sem sofrer violência (física ou psicológica), vai querer comer e passará a aceitar mais facilmente, em combinação com a mãe, o que quer que seja feito para se alimentarem.Para que os filhos saibam reconhecer o valor material e o esforço dos pais para conquistá-las - Conversar sempre demonstrando sem cobrança o quanto é necessário para um adulto se esforçar para ter dinheiro;- Ajudar o filho a administrar sua mesada ( se a receber), deixando-o decidir pela forma que quer usá-la, mas também arcando com as consequências - quando a criança gastar tudo o que tiver. O adequado será que ela possa esperar e juntar o dinheiro todo novamente, aprendendo a esperar, a lidar com a frustração e reconhecer o amor dos pais por ele. - Não é saudável dar presentes para o filho o tempo todo. É preciso que ele saiba a importância da economia regrada (e não exagerada), bem como a importância de os pais lhe pedirem opiniões sobre o que ele pensa que poderia ajudar para melhorar o orçamento da família.Para que os filhos entendam o valor das amizades e a importância de compartilhar Este é um valor que certamente começa em casa. Não é a mãe obrigando o filho a emprestar seu brinquedo favorito para o amiguinho que desenvolverá nele o sentimento de solidariedade ou de partilha. É natural que as crianças passem pela fase de não querer dividir nada do que é seu com nenhum amigo e, neste caso, é importante que a mãe e o pai respeitem e compreendam a posição e a emoção de seu filho e deixem que ele aprenda a lidar com as consequências de sua atitude. Se os adultos estiverem emocionalmente bem, tranquilos e confiantes na educação que estão dando à criança, tudo não passará de mais uma fase conturbada e turbulenta, que quando acompanhada de perto pelos responsáveis pela criança, tende a se acalmar com o tempo. Para evitar os ataques de choro e crises dos pequenos quando algo não sai como eles querem Muitas vezes os ataques de choro e as crises não devem ser evitadas, justamente pela importância que a elas compete. Nenhum ser humano consegue tudo que quer na hora que quer e quando os pequenos percebem que eles também não são poderosos, - pois não só as coisas não são como querem como também não conseguem com que os pais atendam a seus desejos incondicionalmente - é o momento ideal para que devagar possam ir entrando em contato com a realidade e elaborar este sentimento de onipotência , tão natural e esperado nos filhos. É interessante salientar que, em geral, as crises de choro e de birra, muitas vezes, mais deixam os pais envergonhados - pela possível opinião dos outros (que nem se quer os conhece) de que não são bons pais, do que preocupados com a saúde emocional e mental ou desenvolvimento saudável do filho.

    GRIPE H1 N1- SEGUE FAZENDO VITÍMAS


    DF e MG têm 1as mortes por H1N1; óbitos passam de 200 no país
    REUTERS
    SÃO PAULO (Reuters) - Quatro Estados brasileiros e o Distrito Federal confirmaram mortes pela gripe H1N1 nesta segunda-feira e o número de óbitos pela nova doença no país chegou a 203.
    O Distrito Federal registrou sua primeira morte por gripe H1N1, em um homem de 50 anos.
    "Estamos enfrentando um período preocupante, a exemplo do que acontece no país", disse o secretário de Saúde do DF, Augusto Carvalho, segundo nota divulgada pela pasta.
    Esta é a primeira morte registrada na região Centro-Oeste do país devido a nova doença.
    Em Minas Gerais, a Secretaria da Saúde confirmou os três primeiras óbitos pela doença no Estado. De acordo com o órgão, dez outras mortes estão sob investigação.
    Nesta segunda-feira, o Rio Grande do Sul confirmou mais cinco mortes relacionadas à nova gripe. Já são 49 óbitos registrados no Estado, o segundo mais afetado pela gripe.
    O Paraná também teve oito novos registros, e o número de mortes no Estado subiu para 39.
    "Não será estabelecido decreto de calamidade pública e a suspensão do comércio não repercutiria no quadro evolutivo da doença", afirmou o secretário estadual da Saúde, Gilberto Martin, durante palestra na Assembleia Legislativa do Paraná, segundo nota da pasta.
    No Rio de Janeiro, foram cinco novos óbitos, elevando para 33 o número de mortes no Estado.
    Até o momento, São Paulo foi o Estado mais atingido, com 69 óbitos. Santa Catarina (5), Paraíba (dois), Pernambuco e Bahia (um cada) também registraram mortes pela nova doença. O número de mortes é baseado nas informações fornecidas pelas secretarias estaduais de Saúde.
    O Ministério da Saúde deverá divulgar um relatório atualizado sobre a situação da gripe no Brasil na quarta-feira.
    (Por Hugo Bachega)

    sábado, 8 de agosto de 2009

    A dieta para enxergar bem

    As nozes e o azeite de oliva possuem gorduras e antioxidantes que protegem essa camada no fundo do globo ocular. Fontes de ômega-3, como a linhaça, o salmão e a sardinha, também ajudam a afastar doenças ali, capazes de levar à cegueira Mais do que agradar a vista, alguns alimentos são capazes de protegê-la contra os desgastes do tempo. Três novíssimos estudos revelam por que priorizar certos nutrientes no dia a dia afasta doenças sérias e prolonga a vida útil da visão

    por Diogo Sponchiato
    design Letícia Raposo
    fotos Gustavo Arrais

    Minutos antes de desfrutar de um banquete, os olhos disputam com o nariz a condição de primeiro sentido a aguçar o apetite. Abertas, as janelas da alma captam as cores e os detalhes da entrada à sobremesa. Mas, se elas começam a emperrar, o prato vistoso perde uma pitada da graça. Para que, no depender da visão, as refeições continuem atraentes, saiba que existem certos alimentos com o poder de preservar os olhos por anos e anos. Recém-saído do forno, um estudo da Universidade de Melbourne, na Austrália, comprova que o consumo regular de peixes, redutos de ômega-3, diminui o risco de degeneração macular relacionada à idade, problema que pode levar à cegueira.

    “Altas doses dessa gordura são encontradas na retina e precisam ser constantemente renovadas. O déficit dela, portanto, pode favorecer o aparecimento da doença”, justifica Elaine Chong, uma das autoras do trabalho, que avaliou mais de 6 mil pessoas de 58 a 69 anos. Outra pesquisa em solo australiano, essa da Universidade de Sydney, endossa a conclusão dos seus conterrâneos. Após investigar quase 2 500 voluntários num período de dez anos, os cientistas notaram que comer pescados no mínimo uma vez por semana já reduz a probabilidade de ver a mácula sofrer.

    “O ômega-3 é importante para preservar os pequenos vasos que irrigam os olhos e ainda protege a retina contra inflamações”, explica a epidemiologista Vicki Flood, que participou da pesquisa. De acordo com ela, não são apenas os peixes que merecem entrar no seu prato: as nozes também são guardiãs da visão. Dois punhados por semana aumentariam o escudo contra o declínio da mácula. O azeite de oliva é outro exemplo. Assim como as oleaginosas, seu benefício vem da mistura de gorduras saudáveis e substâncias antioxidantes — aquelas capazes de atenuar os efeitos do tempo no olhar.

    As gorduras benéficas selecionadas para o cardápio ainda mantêm um elo com a lubrificação do globo ocular. E quem sobressai de novo é o ômega-3, consagrado no combate ao olho seco. “Esse problema é causado por uma mudança na composição da lágrima que umidifica a córnea. Ela então passa a evaporar mais depressa”, explica o oftalmologista Maurício Barros, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. Como os lipídios são ingredientes desse líquido, há evidências de que o ômega dos peixes e da linhaça contribua para restabelecer a receita ideal.

    Visão sem ferrugem
    Os radicais livres, moléculas que, em excesso, danificam as células do corpo, não poupam os olhos — com os anos, eles sentem os efeitos do que os cientistas chamam de estresse oxidativo. “No fundo, a degeneração macular é resultado do acúmulo de oxidação numa porção da retina”, exemplifica Nilva de Moraes. Embora o organismo saiba

    e elas começam a emperrar, o prato vistoso perde uma pitada da graça. Para que, no depender da visão, as refeições continuem atraentes, saiba que existem certos alimentos com o poder de preservar os olhos por anos e anos. Recém-saído do forno, um estudo da Universidade de Melbourne, na Austrália, comprova que o consumo regular de peixes, redutos de ômega-3, diminui o risco de degeneração macular relacionada à idade, problema que pode levar à cegueira.

    “Altas doses dessa gordura são encontradas na retina e precisam ser constantemente renovadas. O déficit dela, portanto, pode favorecer o aparecimento da doença”, justifica Elaine Chong, uma das autoras do trabalho, que avaliou mais de 6 mil pessoas de 58 a 69 anos. Outra pesquisa em solo australiano, essa da Universidade de Sydney, endossa a conclusão dos seus conterrâneos. Após investigar quase 2 500 voluntários num período de dez anos, os cientistas notaram que comer pescados no mínimo uma vez por semana já reduz a probabilidade de ver a mácula sofrer.

    “O ômega-3 é importante para preservar os pequenos vasos que irrigam os olhos e ainda protege a retina contra inflamações”, explica a epidemiologista Vicki Flood, que participou da pesquisa. De acordo com ela, não são apenas os peixes que merecem entrar no seu prato: as nozes também são guardiãs da visão. Dois punhados por semana aumentariam o escudo contra o declínio da mácula. O azeite de oliva é outro exemplo. Assim como as oleaginosas, seu benefício vem da mistura de gorduras saudáveis e substâncias antioxidantes — aquelas capazes de atenuar os efeitos do tempo no olhar.

    As gorduras benéficas selecionadas para o cardápio ainda mantêm um elo com a lubrificação do globo ocular. E quem sobressai de novo é o ômega-3, consagrado no combate ao olho seco. “Esse problema é causado por uma mudança na composição da lágrima que umidifica a córnea. Ela então passa a evaporar mais depressa”, explica o oftalmologista Maurício Barros, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. Como os lipídios são ingredientes desse líquido, há evidências de que o ômega dos peixes e da linhaça contribua para restabelecer a receita ideal.

    Visão sem ferrugem
    Os radicais livres, moléculas que, em excesso, danificam as células do corpo, não poupam os olhos — com os anos, eles sentem os efeitos do que os cientistas chamam de estresse oxidativo. “No fundo, a degeneração macular é resultado do acúmulo de oxidação numa porção da retina”, exemplifica Nilva de Moraes. Embora o organismo saiba se defender na maioria das vezes, a alimentação pesa muito no desfecho do embate.

    Daí por que investir nos antioxidantes, como as vitaminas C das frutas cítricas e E das nozes e castanhas, faz diferença para evitar que a visão enferruje. Mas há nutrientes com essa propriedade que prestam um serviço ocular exclusivo, afastando, entre outros males, a catarata (veja o quadro abaixo). É o caso da luteína, presente nas folhas verde-escuras, e da zeaxantina, encontrada no milho. A mesma equipe da Universidade de Sydney que analisou o papel das gorduras na saúde visual já havia percebido que essa dupla protege contra a degeneração macular. “A luteína e a zeaxantina se depositam seletivamente na retina, onde se concentra a maior parte dos receptores de luz”, explica a engenheira de alimentos Giovanna Pisanelli de Oliveira, da Universidade Estadual de Campinas, a Unicamp. “Ali, elas também atuam como filtros contra a luz azul, uma radiação que lesa os nervos ópticos.” se defender na maioria das vezes, a alimentação pesa muito no desfecho do embate.

    Daí por que investir nos antioxidantes, como as vitaminas C das frutas cítricas e E das nozes e castanhas, faz diferença para evitar que a visão enferruje. Mas há nutrientes com essa propriedade que prestam um serviço ocular exclusivo, afastando, entre outros males, a catarata (veja o quadro abaixo). É o caso da luteína, presente nas folhas verde-escuras, e da zeaxantina, encontrada no milho. A mesma equipe da Universidade de Sydney que analisou o papel das gorduras na saúde visual já havia percebido que essa dupla protege contra a degeneração macular. “A luteína e a zeaxantina se depositam seletivamente na retina, onde se concentra a maior parte dos receptores de luz”, explica a engenheira de alimentos Giovanna Pisanelli de Oliveira, da Universidade Estadual de Campinas, a Unicamp. “Ali, elas também atuam como filtros contra a luz azul, uma radiação que lesa os nervos ópticos.”

    Um capítulo à parte é a vitamina A. Na cenoura, na abóbora e no tomate deparamos com o betacaroteno, substância que é transformada na vitamina dentro do corpo. Sua versão prontinha é oferecida pelo leite, pelos ovos e pelo bife de fígado. “Essa vitamina ajuda a manter a lubrificação dos olhos e é componente de um pigmento que nos permite enxergar com pouca luz ou no escuro”, conta a nutricionista Cláudia Saunders, da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Daí que a carência do nutriente causa cegueira noturna principalmente entre crianças e, em casos graves, leva à perda total da visão.

    Nem tudo o que alegra os olhos lhes faz bem. As guloseimas, por exemplo, não pedem parcimônia por acaso. Quem sempre se farta de muffins como os da foto ao lado, biscoitos, salgadinhos e companhia também comete um atentado ocular. E o vilão aqui é nada mais nada menos que a gordura trans. O trabalho da Universidade de Melbourne prova que, ao longo dos anos, ela multiplica a probabilidade de um indivíduo sofrer de degeneração macular. “A trans está ligada a níveis desregulados de gordura no sangue e a processos inflamatórios, condições que aumentam o risco da doença”, afirma a professora Elaine Chong. “A degeneração da mácula é marcada pelo aparecimento de vasos sanguíneos anormais e por uma constante inflamação local”, esclarece o médico Walter Takahashi, que é chefe do setor de retina do Hospital das Clínicas de São Paulo.

    Doce veneno
    Os cientistas também desconfiam há um bom tempo que, em demasia, o açúcar é outro fator prejudicial nessa história. Ora, são os diabéticos que não controlam os níveis de glicose no sangue os principais alvos de lesões que, no transcorrer de décadas, fazem a retina sucumbir. “As células desse tecido não têm um mecanismo protetor contra altas cargas de açúcar na circulação”, explica a oftalmologista Jacqueline de Faria, da Unicamp. “Nessa região, o excesso de glicose propicia a formação de radicais livres e um processo inflamatório que levam a estrutura celular ao colapso”, completa.

    Será que apenas os diabéticos deveriam maneirar nos doces e nas massas para o bem dos olhos? É provável que não. Um novo estudo da Universidade Tufts, nos Estados Unidos, atesta que dar preferência a alimentos de baixo índice glicêmico — aqueles que não disparam repentinamente as taxas de açúcar no sangue — é uma forma de resguardar a visão. A pesquisa foi realizada com mais de 4 mil pessoas com alterações na mácula. A conclusão: manter os níveis de glicose seguros por meio da alimentação retarda o avanço da doença. “Falta decifrar agora detalhes dos processos que explicariam essa proteção”, comenta Jacqueline.

    Enquanto aguardamos essa resposta, os cientistas aconselham priorizar frutas, verduras e cereais. Não bastasse diminuir o tempo de absorção do açúcar — e seus possíveis danos — esses alimentos são povoados dos benditos antioxidantes. Contemplálos em sua rotina (e não apenas com o olhar) significa enxergar mais longe, sem problemas à vista.