
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
sábado, 3 de outubro de 2009
As sete lágrimas de pai-preto
E fui visitando cabanas e tendas, onde multidões desfilavam... mas, surpreso ficava com aquela "visão" que em cada uma eu "via", invariavelmente, num canto, pitando, um triste pai-preto, chorava. De seus "olhos" molhados, esquisitas lágrimas desciam-lhe pela face e não sei por que, contei-as... foram sete. Na incontida vontade de saber, aproximei-me e interroguei-o: fala pai-preto, diz a teu filho, por que externas assim uma tão visível dor? E ele, suave, respondeu: estás vendo essa multidão que entra e sai? As lágrimas contadas, distribuídas estão dentro dela... A primeira eu a dei a esses indiferentes que aqui vêm em busca de distração, na curiosidade de ver, bisbilhotar, para saírem ironizando daquilo que suas mentes ofuscadas não podem conceber. Outras, a esses eternos duvidosos que acreditam, desacreditando, na expectativa de um "milagre" que os façam "alcançar" aquilo que seus próprios merecimentos negam. E mais outra foi para esses que creem, porém, numa crença cega, escrava de seus interesses estreitos; são os que vivem eternamente tratando de "casos" nascentes um após outro... e outras mais que distribuí aos maus: aqueles que somente procuram a umbanda em busca de vingança; desejam sempre prejudicar a um seu semelhante - eles pensam que nósm os guias, somos veículos de suas mazelas, paixões, e temos obrigação de fazer o que pedem... pobres almas que das brumas ainda não saíram. Assim, vai lembrando bem, a quinta lágrima foi diretamente aos frios e calculitas - não creem, nem descreem; sabem que existe uma força e procuram se beneficiar dela de qualquer forma. Cuida-te deles, não conhecem a palavra gratidão, negarão amanhã até que conheçam uma casa de umbanda... Chegam suaves, têm o riso e o elogio à flor dos lábios, são fáceis, muito fáceis; mas se olhares bem seus semblantes, verás escrito em letras claras: creio na tua umbanda, nos teus cablocos e no teu zumbi, mas somente se vencerem o "meu caso", ou se curarem "disso ou daquilo"... A sexta lágrima eu dei aos fúteis que andam de tenda em tenda, não acreditam em nada; buscam apenas aconchegos e conchavos; seus olhos revelam um interesse diferente; sei bem o que eles buscam. E a sétima, filho, notaste como foi grande e como deslizou pesada? foi a última lágrima, aquela que "vive" nos "olhos" de todos os Orixás; fiz doação dessa, aos vaidosos, cheios de empáfia, para que lavem suas máscaras e todos posssam vê-los como realmente são... "Cegos, guias de cegos", andam se exibindo com a umbanda, tal e qual mariposas em torno da luz; essa mesma luz que eles não conseguem ver, porque só visam a exteriorização de seus próprios "egos"... "Olhai-os" bem, vede como suas fisionomias são turvas e desconfiadas; observais-os quando falam "doutrinando"; suas vozes são ocas, dizem tudo de "cor e salteado", numa linguagem sem calor, cantando loas aos nossos guias e protetores, em conselhos e conceitos de caridade, essa mesma caridade que não fazem, aferrados ao conforto da matéria e à gula do vil metal. Eles não têm convicção. Assim, filho meu, foi para esses todos que viste cair, uma a uma, as sete lágrimas de pai-preto! então, com minha alma em pranto, tornei a perguntar: não tens mais nada a dizer pai-preto? e, daquela "forma velha", vi um véu caindo e num clarão intenso que ofuscava tanto, ouvi mais uma vez... "Mando a luz da minha transfiguração para aqueles que esquecidos pensam que estão... Eles formam a maior dessas multidões..." São os humildes, os simples; estão na umbanda pela umbanda, na confiança pela razão... São os meus filhos de fé. São também os "aparelhos", trabalhadores, silenciosos, cujas ferramentas se chamam dom e fé, e cujos "salários" de cada noite... São pagos quase sempre com uma só moeda, que traduz o seu valor numa única palavra - A ingratidão... Colaboração: Carla Luz |
domingo, 12 de julho de 2009
Oração
Convite! Vamos orar rapidinho? Hoje, Senhor, agradeço pela noite maravilhosa, pelo cobertor que me aqueceu, pelo meu alimento, por mais um dia de trabalho.E principalmente por mais um dia de vida. Abençoa, Senhor, meus amigos e inimigos, porque eles também precisam de Ti. Abençoa, Senhor, o meu amigo que está lendo esta mensagem agora, realize os seus sonhos, lhe dê a vitória que lhe é necessária, abençoe com proteção e sabedoria seus filhos e familiares, com gratidão e amor eu oro, no santo nome de Jesus. Amém!Que Deus abençoe a todos vocês!
Abraços a todos.
Confie... As coisas acontecem na hora certa. Exatamente quando devem acontecer! Momentos felizes, louve a Deus. Momentos difíceis, busque a Deus. Momentos silenciosos, adore a Deus. Momentos dolorosos, confie em Deus. Cada momento, agradeça a Deus.
domingo, 5 de julho de 2009
ANDRÉ LUIZ - ESPÍRITO

No movimento espírita, há quem sustente que, em sua última encarnação, teria sido um médico brasileiro residente no Rio de Janeiro, e entre esses, citado o nome de Oswaldo Cruz. Existe uma teoria que afirma que o médico carioca que assina como André Luiz, se chamava Dr. Faustino Esposel. Este médico também fora, por dois mandatos na década de 1920, presidente do Clube de Regatas Flamengo.
O parapsicólogo padre Oscar González Quevedo chegou a afirmar que o próprio espírito teria se identificado como "Cruz", o que não corresponde à verdade.
Uma leitura atenta de Nosso Lar, aliada a algum conhecimento da biografia do cientista brasileiro, levará à constatação de que são personalidades distintas uma da outra. André Luiz fora filho de um comerciante, enquanto que Oswaldo Cruz era filho de Bento Gonçalves Cruz, médico veterano da Guerra da Tríplice Aliança. Adicionalmente, recorde-se que Oswaldo Cruz desencarnou em 1917, vítima de insuficiência renal, sendo que André Luiz desencarnou em decorrência de oclusão intestinal e, tendo passado "mais de oito anos" nas regiões umbralinas, estava ainda se adaptando à vida em Nosso Lar, para onde acabara de ser levado, quando recebeu a notícia de que era agosto de 1939. Portanto, deve ter desencarnado por volta de 1929 ou 1930.
Na obra Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho, do mesmo médium, afirma-se que Oswaldo Cruz teria sido a última encarnação de Estácio de Sá.
Livros psicografados por Chico Xavier que são assinados por André Luiz:
Coleção A Vida no Mundo Espiritual
Nosso Lar
Os Mensageiros
Missionários da Luz
Obreiros da Vida Eterna
No Mundo Maior
Libertação
Entre a Terra e Céu
Nos Domínios da Mediunidade
Ação e Reação
Evolução em Dois Mundos
Mecanismos da Mediunidade
Sexo e Destino
E a Vida continua...
Outras Obras
Agenda Cristã
Conduta Espírita
Desobsessão
CHICO XAVIER

(Ano ) ( Obra) (Autor espiritual)
1932 - Parnaso de Além-Túmulo - Vários autores
1937 - Crônicas de Além-Túmulo - Humberto de Campos
1938 - Emmanuel - Emmanuel
1938 - Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho - Humberto de Campos
1938 - A Caminho da Luz - Emmanuel
1939 - Há Dois Mil Anos - Emmanuel
1940 - Cinqüenta Anos Depois - Emmanuel
1941 - O Consolador - Emmanue
1942 - Paulo e Estevão - Emmanuel
1943 - Renúncia - Emmanuel
1944 - Nosso Lar - André Luiz
1944 - Os Mensageiros - André Luiz
1945 - Missionários da Luz - André Luiz
1945 - Lázaro Redivivo - Irmão X
1946 - Obreiros da Vida Eterna - André Luiz
1947 - Volta Bocage - Bocage
1948 - No Mundo Maior - André Luiz
1948 - Agenda Cristã - André Luiz
1949 - Voltei - Irmão Jacob
1949 - Caminho, Verdade e Vida - Emmanuel
1949 - Libertação - André Luiz
1950 - Jesus no Lar - Neio Lúcio
1950 - Pão Nosso - Emmanuel
1952 - Vinha de Luz -Emmanuel
1952 - Roteiro - Emmanuel
1953 - Ave, Cristo! - Emmanuel
1954 - Entre a Terra e o Céu - André Luiz
1955 - Nos Domínios da Mediunidade - André Luiz
1956 - Fonte Viva - Emmanuel
1957 - Ação e Reação - André Luiz
1958 - Pensamento e Vida - Emmanuel
1959 - Evolução em Dois Mundos - André Luiz
1960 - Mecanismos da Mediunidade - André Luiz
1960 - Religião dos Espíritos - Emmanuel
1961 - O Espírito da Verdade - diversos espíritos
1963 - Sexo e Destino - André Luiz
1968 - E a Vida Continua... - André Luiz
1970 - Vida e Sexo - Emmanuel
1971 - Sinal Verde - André Luiz
1977 - Companheiro - Emmanuel
1985 - Retratos da Vida - Cornélio Pires
1986 - Mediunidade e Sintonia - Emmanuel
1991 - Queda e Ascensão da Casa dos Benefícios - Bezerra de Menezes
1999- Escada de Luz - diversos espíritos
sábado, 27 de junho de 2009
Apocalipse

REVELAÇÃO de Jesus Cristo, a qual Deus lhe deu, para mostrar aos seus servos as coisas que brevemente devem acontecer; e pelo seu anjo as enviou, e as notificou a João seu servo; O qual testificou da palavra de Deus, e do testemunho de Jesus Cristo, e de tudo o que tem visto. Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo.
Apocalipse 1:1-3
Apocalipse
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Nota: Esta página é sobre o livro bíblico.
O livro do Apocalipse (chamado também Apocalipse de São João, pelos católicos e ortodoxos, e Apocalipse de João, pelos protestantes, ou ainda Revelação a João) é um livro da Bíblia — o livro sagrado do cristianismo — e o último da seleção do Cânon bíblico.
A palavra apocalipse (termo primeiramente usado por F. Lücke) (1832) significa, em grego, "Revelação". Um "apocalipse", na terminologia do judaísmo e do cristianismo, é a revelação divina de coisas que até então permaneciam secretas a um profeta escolhido por Deus. Por extensão, passou-se a designar de "apocalipse" aos relatos escritos dessas revelações.
Devido ao fato de, na maioria das bíblias em língua portuguesa se usar o título Apocalipse e não Revelação, até o significado da palavra ficou obscuro, sendo às vezes usado como sinônimo (errôneo) de "fim do mundo".
Para os cristãos, o livro possui a pré-visão dos últimos acontecimentos antes, durante e após o retorno do Messias de Deus. Alguns Protestantes e Católicos entendem que os acontecimentos previstos no livro já teriam começado.
A literatura apocalíptica tem uma importância considerável na história da tradição judaico-cristã-islâmica, ao veicular crenças como a ressurreição dos mortos, o dia do Juízo Final, o céu, o inferno e outras que são ali referidas de forma mais ou menos explícita.
Algumas pessoas defendem que o fato de várias civilizações no mundo terem apresentado narrações apocalípticas sugere que estas têm uma origem comum e ancestral (supostamente revelada ao homem por um ser dotado de inteligência superior, entre outras teorias) que foi sendo deturpada pela transmissão oral. Esta visão assume, por vezes, um carácter ecológico, ao propor que a mensagem do apocalipse se refere à capacidade que o homem civilizado tem para destruir o mundo.
terça-feira, 9 de junho de 2009
Religiões no Brasil
Religiões no Brasil (Parte VI)
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Religiões no Brasil (parte V).
Sefarditas e Asquenazitas: Sobre uma base religiosa comum, a cultura judaica viu desenvolverem-se na Europa, durante a Idade Média, dois grandes ramos: sefarditas e asquenazitas. Os sefarditas, ou sefaraditas (sefaradim) seguiram a tendência babilônica e receberam a influência dos muçulmanos, com quem conviveram na Espanha. Culturalmente, se distinguiam por falar o idioma ladino, que mescla o hebraico e o espanhol. Do século XI ao XIII, quando se restabeleceu o cristianismo, os judeus da península ibérica gozaram de boas posições e prestígio, contribuindo como conselheiros, poetas, cientistas e filósofos, para o florescimento econômico e cultural da chamada idade de ouro. Após as conversões forçadas (os judeus convertidos eram chamados cristãos-novos, ou marranos, que significa "porcos"), durante a Inquisição, os judeus acabaram expulsos da Espanha, em 1492, e de Portugal, em 1497. Os asquenazitas (ashkenazim), radicados na França e na Alemanha, adotaram o Talmud Ierushalmi e mantiveram estreito contato com a cultura cristã, culturalmente distintos por falarem o idioma iídiche, que mescla o hebraico com línguas balcânicas. Dos asquenazitas surgiram duas correntes místicas: a CABALA (provavelmente de origem hispânica), desenvolvida nos séculos XII e XIII e relacionada com o esoterismo ocidental; e o hassidismo, no século XVI, que buscava uma forma de crença mais espontânea, mais liberta dos rigores do estudo e dos rituais, servindo assim aos judeus mais desfavorecidos das pequenas cidades e aldeias da Europa central e oriental. O hassidismo prolongou-se até a época contemporânea, preconizando a fé piedosa, o fervor (hitlaavut), a priorização da "intenção" (kavaná) sobre o rito e a importância do "aqui e agora" na experiência religiosa.
domingo, 7 de junho de 2009
Religiões no Brasil
Budismo Indiano: o budismo original na Índia sofreu mudanças após vários concílios, onde correntes progressistas desejavam levar a filosofia de forma mais aberta ao resto do Oriente. Criaram-se então as correntes Hinayana (ou pequeno veículo, um budismo ortodoxo, purista, de sacerdócio altamente selecionado) e o budismo reformado ou Mahayana, o gande veículo, que foi levado à China e Tibet.
Budismo Japonês: chegando a um país altamente hierarquizado, o budismo foi assimilado com características de formalidade e ritualismo, e se tornou a religião do Estado. No período Nara (710-794) esteve restrito aos monastérios e homens instruídos. No período Meian (794 –1185) mesclou-se com os conceitos Xintoístas originais do Japão, e de certa forma se tornou mais fácil de ser veiculado entre a população. No período Kamakura (1192-1333) surgiu então o budismo puramente japonês, conhecido como ZEN, com ideais filosóficos, normas sociais e uma arte própria.
sábado, 6 de junho de 2009
Religiões no Brasil (parte IV)
Religiões no Brasil (Parte III)
MOVIMENTO PENTECOSTAL
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Religiões no Brasil (Parte II)
Nos séculos XIX e XX chegaram ao Brasil, através de imigrantes europeus, as Igrejas Protestantes Históricas, descendentes da Reforma Protestante do século XVI.
No total, as igrejas Pentecostais e Neopentecostais contam com um número crescente de fiéis, calculado atualmente em 10% da população brasileira.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
RELIGIÕES NO BRASIL
De 1960 a 1980, o Movimento de Teologia da Libertação, formado por religiosos e leigos que interpretavam o evangelho sob um ponto de vista social, fundou as CEB (Comunidades Eclesiais de Base), idealizadas pelo Cardeal Arcebispo do Rio de Janeiro Dom Eugênio Sales.
ESPIRITISMO
O Espiritismo não pode ser definido somente como religião, nem somente como filosofia. A doutrina que admite o princípio de reencarnação e manifestações dos espíritos dos mortos entre os vivos, embora fundamentada firmemente na doutrina e orações da Igreja Católica, não tem liturgia complicada, restrições, rituais de adoração, sacerdotes ou Igrejas, apresentando aos praticantes simplesmente um conjunto de princípios para tornar o homem um ser mais evoluído e tolerante e, principalmente, responsável pelos seus atos.
Incorporando temas como a Lei de Retorno (ou karma), as práticas mediúnicas de contato com espíritos desencarnados e um amplo trabalho de assistência social, o Espiritismo se adapta de tal forma à espiritualidade e misticismo dos brasileiros que o Brasil é considerado o maior país espírita do mundo, com cerca de 8 milhões de adeptos no ano 2000, e mais de 9.000 centros.
As primeiras manifestações de espíritos, oficialmente registradas no Brasil, ocorreram em 1845, no Distrito de Mata de São João. Baseado nos trabalhos de Allan Kardec, (de onde provém o nome “kardecismo” amplamente usado no Brasil), o Espiritismo chegou ao Brasil, como prática, em 1865, quando Luiz Olímpio Teles de Menezes fundou em Salvador o Grupo Familiar de Espiritismo, que, a partir de Julho de 1869, iniciou a publicação da revista espírita Eco de Além Túmulo.
Em 1876, foi fundada no Rio de Janeiro a Sociedade de Estudos Espíritas Deus, Cristo e Caridade; em 1877, foram fundados a Congregação Anjo Ismael, o Grupo Espírita Caridade e o Grupo Espírita Fraternidade. No ano de 1883, começou a ser publicado “ O Reformador” , um periódico espírita fundado por Augusto Elias da Silva, que no ano de 1884 fundou também a Federação Espírita Brasileira.
Nomes de importância mundial no espiritismo vieram do Brasil, como o Dr. Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcante, presidente da Federação que, a partir de 1900, passou a ser, no Mundo Espiritual, o Apóstolo do Espiritismo Brasileiro, e médiuns famosos como Francisco Cândido Xavier, José Pedro de Freitas (Zé Arigó), e atualmente Divaldo Pereira Franco. Embora durante muitos anos as práticas Espíritas dependessem exclusivamente da intercessão de Médiuns , existe atualmente uma corrente nova de estudos que avalia manifestações de espíritos ocorridas através de aparelhos eletrônicos de áudio e vídeo, conhecida como Transcomunicação.
terça-feira, 26 de maio de 2009
Biografia de Madre Teresa de Calcutá

JESUS está feliz em vir a nós,como a VERDADE a ser dita,como a VIDA a ser vivida,como a LUZ a ser acesa,como o AMOR a ser amado,como a ALEGRIA a ser dada,como a PAZ a ser difundida.Madre Teresa.
Amava e recitava com frequência uma oração, não escrita porém por ela:
Senhor, fazei de mim um instrumento de tua paz;onde há ódio, que eu leve o Amor;onde há ofensa, que eu leve o Perdão;onde há discórdia, que eu leve a União;onde há dúvida, que eu leve a Fé;onde há erro, que eu leve a Verdade;onde há desespero, que eu leve a Esperança;onde há trevas, que eu leve a Luz;onde há tristeza, que eu leve a Alegria.Ó Senhor, fazei com que eu não busque tantoser consolado quanto consolar;ser compreendido quanto compreender;ser amado quanto amar.Porque é dando que se recebe,é esquecendo-se de si que se encontra a si mesmo,é perdoando que se é perdoado,e é morrendo que se alcança a vida eterna.
Madre Teresa faleceu na Índia, aos 87 anos, em 5 de setembro de 1997.
Resumo realizado com base na obra: "Teresa dos pobres", de Renzo Allegri. Paulinas, São Paulo, 1998.Divulgado mediante autorização.
domingo, 26 de abril de 2009
Felicidade
sábado, 25 de abril de 2009
Chico Xavier
Céu, inferno e purgatório
Começam dentro de nós mesmos
A alegria do bem praticado
É o alicerce do céu
A má intenção já é um piso para o purgatório
E o mau devidamente efetuado, positivado
Já é o remorso que é o princípio do inferno








