DARLENE SILVEIRA (Jornalista)
A recuperação do Lago Guaíba só será possível se forem atacados os problemas sociais, culturais, educacionais, sanitários, políticos e econômicos na sua totalidade e não apenas cuidando de seus efeitos.
Os porto-alegrenses com mais de 30 anos com certeza já se refrescaram nas águas limpas do Guaíba. Mas, para as novas gerações, esse é um sonho difícil de realizar. Certo? Errado! O nosso rio-lago não está morto e pode ser recuperado. Foi com esse objetivo que a Prefeitura de Porto Alegre criou, em outubro de 1989, na primeira gestão da Administração , o Programa Guaíba Vive (PGV), que visa a devolver a balneabilidade às águas do Guaíba, gradualmente, a partir das praias da Zona Sul. As diretrizes e bases do Programa são determinadas pelo Fórum de Entidades do Guaíba Vive, com a participação de associações ambientalistas, comunitárias, empresariais, universidades etc.
ESTRUTURA ORGANIZACIONAL
Optou-se por uma estrutura matricial de funcionamento, capaz de envolver e contar com a participação efetiva de todos os órgãos municipais, rompendo desta forma o tradicional cartesianismo decorrente do setorialismo das estruturas administrativas.
O Guaíba Vive está organizado em quatro subprogramas, todos prioritários, pois são complementares. Eles se desenvolvem paralela e integradamente, procurando atender, ao mesmo tempo, os vários ângulos de um amplo resgate do lago, em seus aspectos sanitários, urbanísticos, culturais, turísticos e de desenvolvimento ecológico. Os diversos órgãos da Prefeitura participam conforme suas competências. Por exemplo, saneamento ambiental trata dos esgotos cloacal e pluvial, águas residuárias, industriais e resíduos sólidos. Conforme Renato Ferreira, o orçamento do Guaíba Vive está distribuído em várias secretarias, tendo como meta desenvolver um trabalho integrado.
Os porto-alegrenses com mais de 30 anos com certeza já se refrescaram nas águas limpas do Guaíba. Mas, para as novas gerações, esse é um sonho difícil de realizar. Certo? Errado! O nosso rio-lago não está morto e pode ser recuperado. Foi com esse objetivo que a Prefeitura de Porto Alegre criou, em outubro de 1989, na primeira gestão da Administração , o Programa Guaíba Vive (PGV), que visa a devolver a balneabilidade às águas do Guaíba, gradualmente, a partir das praias da Zona Sul. As diretrizes e bases do Programa são determinadas pelo Fórum de Entidades do Guaíba Vive, com a participação de associações ambientalistas, comunitárias, empresariais, universidades etc.
ESTRUTURA ORGANIZACIONAL
Optou-se por uma estrutura matricial de funcionamento, capaz de envolver e contar com a participação efetiva de todos os órgãos municipais, rompendo desta forma o tradicional cartesianismo decorrente do setorialismo das estruturas administrativas.
O Guaíba Vive está organizado em quatro subprogramas, todos prioritários, pois são complementares. Eles se desenvolvem paralela e integradamente, procurando atender, ao mesmo tempo, os vários ângulos de um amplo resgate do lago, em seus aspectos sanitários, urbanísticos, culturais, turísticos e de desenvolvimento ecológico. Os diversos órgãos da Prefeitura participam conforme suas competências. Por exemplo, saneamento ambiental trata dos esgotos cloacal e pluvial, águas residuárias, industriais e resíduos sólidos. Conforme Renato Ferreira, o orçamento do Guaíba Vive está distribuído em várias secretarias, tendo como meta desenvolver um trabalho integrado.
Recuperação começou pela Zona Sul
Por que os trabalhos de recuperação do Guaíba começaram pela Zona Sul? Porque, nesta área, as características locais permitem obter benefícios imediatos para a população, com baixo custo, utilizando apenas recursos do Município. Estudos sobre a balneabilidade do Guaíba mostram que ele é mais poluído na Ponta do Gasômetro, área central da cidade, onde a largura entre as margens é de apenas 900 metros. Porém, à medida que avança para o sul, o Guaíba se alarga e, em frente à praia do Lami, chega a ter 20 quilômetros de largura.
Por que os trabalhos de recuperação do Guaíba começaram pela Zona Sul? Porque, nesta área, as características locais permitem obter benefícios imediatos para a população, com baixo custo, utilizando apenas recursos do Município. Estudos sobre a balneabilidade do Guaíba mostram que ele é mais poluído na Ponta do Gasômetro, área central da cidade, onde a largura entre as margens é de apenas 900 metros. Porém, à medida que avança para o sul, o Guaíba se alarga e, em frente à praia do Lami, chega a ter 20 quilômetros de largura.









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