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sexta-feira, 7 de maio de 2010

Conta - Nando Reis

Desde o dia em que eu perdi minha mãe
Eu me perdi de mim também
Perdi no mundo o que era o mundo meu
- minha mãe
E eu não sei o que sou sem ela
Só sei que ela me deixou
Por que ela me deixou?
Por que ela me deixou?
Ela me deixou

Nesse dia, o dia em que eu perdi minha mãe
Eu me dei conta que eu estava só por minha conta
Mesmo tendo o meu pai, que eu amo
A minha conta não se fecha
Essa conta nunca mais fechou
Nunca mais fechou
Nunca mais fechou
Essa conta

Estou aqui, estou aqui, fiquei aqui
Você não está, você não está, não está mais
Eu quero te ver, quero te ver, para te ver
É preciso sonhar.
E a partir desse dia, desse dia em diante
Minha alegria se transformou
Minha família aumentou bastante
Sou pai de cinco filhos
Mas um filho-pai apenas, criança sou
Uma criança sou
Uma criança sou
Uma criança sou
Uma criança sou

Dicas infalíveis da Amanda







Dubai e Cabul

Dupla sertaneja de muito sucesso "Dubai & Cabul" com:

Estou fazendo amor com outra camela

Não me faça de otário
Sou camelo, não sou dromedário
Nosso amor não é sacanagem
Ele não é miragem
E como faço agora então para não perdê-la
Se eu tô fazendo amor com outra camela...

Suuucessooooooooo !!!

A Relação Precoce

Frase do dia

Um único evento pode despertar dentro de nós um estranho totalmente desconhecido.
(Antoine De Saint Exupery)

O piscar dos cílios

O cheiro do café-com-leite me trouxe a lembrança de quando eu apenas assistia a tudo. Não tinha opinião. Não tinha querer, senão à vontade de olhar.

Meu irmão estava debruçado sobre a mesa da cozinha desenhando projetos de não sei o quê para uma aula que não lembro a qual. Nunca entendia aquilo mesmo, achava bonito só. Gostava mais de ver os quilos e quilos de farelo de borracha que caiam como neve ali de cima. O aroma era bem característico, misturado com o odor de cera do piso de paquê que vinha da sala, era ótimo. Eu gostava. Era minha droga alternativa. Ficava ali, olhando com os pés balançando, sentado sobre as mãos, na cadeira. Tinha dias que mudava o cômodo, mudava o personagem e lá estava a mãe costurando roupas... Remendando... Eu ficava ali pensando: Será que um dia terei essa habilidade em fazer isso com outras coisas senão tecidos? Seria tão fácil se pudesse fazer isso com situações, pessoas, sentimentos...

Boas recordações do barulho e da música daquelas tardes. Do silêncio daquelas noites...

...Infelizmente o tempo passou e nem tudo ficou. Sinto falta do cheiro, dos mimos, das noites e do futebol.

Seria essa a obra da vida?

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Já conhece as meninas do Dum Dum Girls?

Com uma mistura fina de indie rock, dream pop e lo-fi, I Will Be, álbum de estreia da banda californiana Dum Dum Girls, um dos destaques do lineup do Primavera Sound, vem como um tiro certeiro em meio a um cenário saturado de bandas que apostaram na mistura de rock garagem e pop logo no começo dos anos 2000.

Vaselines é a referência imediata. Não é a toa que o nome da banda foi tirada do álbum Dum Dum, lançado pelo grupo em 1989. Até mesmo a voz da vocalista Dee Dee - cujo nome verdadeiro é Kristin Grunded - lembra a de Frances McKee. Para compor o resto do som, ela e sua trupe não fazem questão de tentar experimentalismos berrantes ou nenhum instrumento estranho, como é usual das bandas indie.

Ao invés disso, apostam no pop sujinho, quase garageiro, tal e qual era feito na década de 80, mas esbarrando também no shoegaze dos anos 90, a la Jesus and Mary Chain. A faixa "Yours Alone" também tem algo de atual, já que traz como convidado o guitarrista do Yeah Yeah Yeahs, Nick Zinner. O toque final de "I Will Be" fica por conta da produção de Richard Gottehrer, que já trabalhou com Blondie e Raveonettes, entre outras bandas.

Composto por garotas (além de Dee Dee, o grupo conta ainda com a guitarrista Jules, a baixista Bambi e a baterista Sandy), o Dum Dum Girls consegue aliar perfeitamente, ao longo de suas 11 faixas, num total de 30 minutos, canções mais rápidas e roqueiras, como "Oh Mein Me", cantada em alemão, a outras mais fofinhas, como o single "Jail La La", pelo qual a crítica musical se derreteu há alguns meses.



Fonte: Portal Mtv

A fila anda é o caramba

Apresentei um ao outro. A intenção era removê-los do celibato. Na primeira noite, reconheceram-se na possibilidade. Numa segunda, partiram para a concretude. Numa terceira, não sabiam o que fazer um com o outro. A partir daí, desempenharam um patético movimento de ir-não-indo-talvez-fondo.

Sugeri a ela que se mostrasse mais acessível, já que ele até ensaiou um convite para o depois. Ela cedeu uns graus e fez-se mais responsiva. Mas para ele pareceu ser tarde demais. Nesse meio tempo já havia voltado à toca. Os dois hoje mal se falam, protegidos pelo constrangimento. E rodaram a catraca.

A escritora de livros para adolescentes, em uma sessão de aconselhamentos sentimentais no Youtube, diz para seu público:

- “Não” não dói. No dia seguinte sai no xixi. Você nem vai lembrar mais!

Opa. “Não” dói sim. Tudo bem que não devemos deixar que ele nos imobilize. Mas dói. Ainda mais se é o primeiro de nossa vida. E como assim “eu nem vou lembrar mais”?

Lavou tá novo. Essa é a premissa das relações pós-modernas. Luto pela perda pra quê? Afeto? O que é isso? Ah, você quis dizer sexo. Selvagem. Com múltiplos orgasmos e performances pirotécnicas. Intimidade pra quê? Somos desinibidos e bem resolvidos. É tirar a roupa e créu. E se não houver amanhã tanto melhor. Amanhã pra quê?

A fila anda. É a deixa do seu melhor amigo depois daquele pé que você ganhou. E, assim, de cinismo em cinismo vamos nos esbarrando. Sem apego, sem vínculo, sem reconhecimento do outro. Sem nenhuma humanidade para atrapalhar.

Tsc, tsc, tsc. Milhares de almas solitárias nessa imensa malha contemporânea.

Porque é tudo fake. Porque não existe relacionamento, por mais físico e curto que seja, sem entrega mínima. Porque para se entregar é preciso intimidade. E para isso é preciso criar vínculo. Desculpa, mas o ser humano é assim. Incluindo os homens. O resto é história para impressionar os amigos na mesa de bar.

Mesmo quando o objetivo é o desdobramento de uma balada, um orgasmo solto no ar ou algo para entreter os sentidos enquanto o efeito do álcool é soberano... supondo que seja isso o que se queira de fato... mesmo assim os corpos envolvidos estão registrando sensações de contato. Eles querem pertencimento, troca, acolhimento, fusão. Essas coisinhas. E as almas os acompanham com prazer.

Sobra você. Bobão. Achando que está no controle da situação.

A globalização ricocheteia como um bumerangue, a comunicação se horizontaliza via internet, as células-tronco se multiplicam, mas cá estamos, intimamente, querendo uma criatura com quem possamos trocar palavras e experiências, em quem possamos confiar por mais que alguns dias ou meses.

Porém o que há disponível hoje é o amor fluído, oportuno e utilitarista.

Para que amar se podemos banalizar? Trocamos a entrega pela defensiva. A dedicação pela autonomia. Somos fodões. Livres, lindos e poderosos. É só conferir nos perfis das redes sociais.

E estamos evoluindo. Saímos da era do “ficar” para a era do “pegar”.

Texto da redatora carioca: Cristiana.
Autora do livro: "Por que Heloísa?"
Tive acesso aos seus textos há pouco, e achei muito válido ressaltá-los aqui.
Parabéns Cristiana !!!

CHUCK BERRY - Dia 14 de maio

Dia 14 de maio de 2010, Sexta às 21h, no Teatro do Bourbon Country

Considerado um dos pais do Rock and Roll e que serviu de inspiração para grandes nomes da história da música como Elvis Presley, Chuck Berry, não perdeu a energia com o passar dos anos.

O cantor, compositor e guitarrista norte-americano continua em turnê pelo mundo e tem parada novamente em Porto Alegre, no Teatro do Bourbon Country. O artista é autor de músicas como "Johnny B. Goode" – que possui provavelmente a mais famosa introdução de guitarra da história do rock –, "Roll Over Beethoven", "Go, Johnny, Go" e "Sweet Little Sixteen".

O músico inaugurou em 1986 o Hall da Fama do Rock and Roll e influenciou importantes nomes do gênero, como Beatles e Rolling Stones. Na década de 50, enquanto os EUA passavam por uma série de conflitos raciais, Chuck Berry fez dançar negros e brancos, subvertendo as regras morais de sua geração.

Ingressos:

- Bilheteria do Teatro do Bourbon Country - Av. Túlio de Rose, 80 / 2° Piso.
Horário de atendimento: das 14h às 22h de segunda à sábado.

- Telentrega Ingresso Show - (51) 8401.0555 ou 3299.0800.
Horário de atendimento: das 9h às 19h de segunda à sexta.

Início das vendas: 05/05

Ingressos Promocionais:

Galerias - R$ 70,00
Mezanino - R$ 100,00
Platéia alta - R$ 150,00
Platéia baixa - R$ 200,00
Camarote - R$ 250,00

Desconto de 5% para titulares dos cartões Redecard/Mastercard.

Desconto de 10% no Clube Premier Bourbon (usuários dos cartões Zaffari Card, Bourbon Card, e Rancho Card).

Desconto de 10% para titulares do cartão do Clube do Assinante Zero Hora.

Desconto de 50% para titulares do cartão do Clube do Assinante Zero Hora nos 100 primeiros ingressos. Desconto válido somente pela Telentrega Ingresso Show.

*Descontos não cumulativos.

Classificação etária: 14 anos.
Agenda Opus

Frase do dia

A força mais destrutiva do Universo é a fofoca. (Deus deu 24 horas em cada dia para cada um cuidar da sua vida e tem gente que insiste em fazer hora-extra!).

terça-feira, 4 de maio de 2010

Clipe de Thriller é eleito o mais influente da história da música

O clipe de Thriller, de Michael Jackson, foi eleito como o mais influente da história da música. A pesquisa foi feita pelo site MySpace que entrevistou mais de mil internautas.

Thriller, considerado como um dos vídeos que quebrou a barreira entre a música e a produção de vídeo, obteve 15,2% dos votos, à frente de Here It Goes Again, o hit de internet de 2006 feito pelo grupo OK Go, e Baby One More Time, de Britney Spears.

Com informações do G1.
ATLÂNTIDA FM

I gotta feeling, do Black Eyed Peas, quebra recorde de vendas online


A música I gotta feeling, do Black Eyed Peas, quebrou o recorde
de vendas digitais. A faixa ultrapassou Low, do rapper americano Flo Rida, e se tornou a mais vendida desde que a Nielsen SoundScan começou a auditar esse mercado.

Além de ter ficado 14 semanas no número 1 na parada de sucessos Billboard Hot 100 no ano passado, I gotta feeling teve 5,561 milhões de downloads pagos, contra o 5,536 milhões de Low.

O Black Eyed Peas ainda tem outra música no top 5 de vendas digitais com Boom Boom Pow que, com 5,298 milhões de vendas está em quarto lugar. As duas músicas são do mais recente álbum do grupo de hip-hop, The E.N.D.

Com informações do G1.
RÁDIO ATLÂNTIDA